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<title>Trabalhos de Conclusão (TCC) de Graduação: Monografia</title>
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<updated>2026-04-23T19:26:20Z</updated>
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<title>Avaliação do cumprimento da regulamentação acerca dos canudos plásticos nos municípios de Torres, Imbé e Tramandaí – RS - Brasil</title>
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<name>Brandão, Marina Vargas</name>
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<updated>2026-04-23T04:26:00Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação do cumprimento da regulamentação acerca dos canudos plásticos nos municípios de Torres, Imbé e Tramandaí – RS - Brasil
Brandão, Marina Vargas
A produção e o consumo de plásticos tiveram um aumento substancial nos últimos anos, impulsionados pelo crescimento nos padrões de consumo da população, com itens de uso único integrando-se à rotina diária. Uma considerável parcela desses resíduos pós-consumo acaba sendo descartada de maneira inadequada e, devido à baixa degradabilidade, permanece no ambiente por centenas de anos, apresentando potencial impacto na fauna aquática. Nesse contexto, foram estabelecidas regulamentações que proibiram ou limitaram a utilização de materiais descartáveis em escala global. No estado do Rio Grande do Sul, as normativas que proíbem o uso de canudos plásticos foram promulgadas a partir de 2018, abrangendo as cidades de Torres e Imbé, e em 2019, em Tramandaí. O objetivo deste estudo foi avaliar o uso de descartáveis, incluindo canudos, em quiosques, na beira das praias de Tramandaí, Torres e Imbé, no verão de 2022/2023. Foi possível observar que, embora as regulamentações existentes nas três cidades litorâneas sejam simples e diretas, proibindo completamente o uso de canudos plásticos não biodegradáveis, o uso e a distribuição desse material continuam ocorrendo normalmente. Em 80% dos quiosques observados, os canudos estavam expostos e disponíveis no balcão. Diversos outros itens descartáveis foram amplamente disponibilizados pelos quiosques, sendo a frequencia deles: os canudos (23,3%), copos plásticos (16,8%), guardanapos de papel (13,7%), latinhas (19,9%) e garrafas de vidro (10,3%). Foram identificados oito tipos de canudos disponibilizados pelos quiosques, e 52,78% não cumpriem a legislação e 47,22% dos canudos comercializados cumprem a legislação por serem biodegradáveis. Proibir legalmente o emprego de materiais descartáveis representa uma crucial iniciativa na gestão das zonas costeiras. Contudo, tal medida só se traduzirá em resultados eficazes se for complementada por ações de fiscalização e, sobretudo, por um programa abrangente de gestão de resíduos conduzido pelos governantes municipais, juntamente com uma campanha de conscientização junto à população, visando a cooperação entre autoridades, regulamentações transparentes de saneamento e uma população consciente de seus hábitos de consumo.
Palavras-
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Pneus inservíveis: logística reversa como caminho para a sustentabilidade</title>
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<name>Moreira, Paula da Silva</name>
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<updated>2026-04-23T04:25:17Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Pneus inservíveis: logística reversa como caminho para a sustentabilidade
Moreira, Paula da Silva
O presente estudo analisa a importância da logística reversa na gestão ambientalmente adequada de pneus usados considerados inservíveis, com foco em demonstrar a importância da existência de empresas destinadoras. A pesquisa foi realizada com um estudo de caso de uma empresa de reciclagem de pneumáticos inservíveis, localizada na região Sul do Brasil, cuja atuação se destaca como um modelo de contribuição para a destinação ambientalmente adequada desses resíduos. Com base nos Relatórios Pneumáticos disponibilizados pelo IBAMA em cumprimento com a Resolução CONAMA nº 416/2009 foi analisado o padrão do mercado de reposição, das metas estabelecidas para a destinação de pneus inservíveis e a quantidade efetivamente destinada a nível nacional e regional com foco na região sul. Os resultados mostram que o Brasil mantém uma taxa nacional de recuperação de pneus acima de 95% desde a implementação da Resolução CONAMA nº416/2009, com a região Sul apresentando crescimento constante na destinação adequada de pneus. A empresa estudada expandiu significativamente sua capacidade operacional desde 2018, respondendo atualmente por mais de 14% dos pneus reciclados da região sul, e recentemente integrou a tecnologia de pirólise em seus processos destacando ser primeira licenciada do Rio Grande do Sul (RS). Os principais métodos de tratamento identificados incluem trituração, granulação, laminação, pirólise e o coprocessamento, que é o mais representativo anualmente. Apesar de seu potencial, a pirólise ainda enfrenta barreiras regulatórias e econômicas como atividade de reciclagem de pneus. O estudo conclui que o aprimoramento dos processos e diretrizes normativos, a promoção de incentivos econômicos e o investimento em tecnologias avançadas de reciclagem são essenciais para fortalecer a economia circular no setor de pneus no Brasil.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Caracterizaçao das assembleias de aves em córregos do centro do município de Imbé-RS, Brasil</title>
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<name>Engers, Julio Felippe</name>
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<updated>2026-04-23T04:23:02Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Caracterizaçao das assembleias de aves em córregos do centro do município de Imbé-RS, Brasil
Engers, Julio Felippe
Este estudo caracteriza as assembleias de aves nos córregos urbanos do município de Imbé,
RS, destacando a importância desses ecossistemas para a conservação da biodiversidade em
áreas urbanizadas. A pesquisa teve como objetivo realizar um inventário das espécies de aves,
avaliar sua riqueza, abundância e guildas alimentares, e correlacionar esses dados com as
características ambientais dos córregos. Foram realizadas seis coletas entre setembro de 2023
e março de 2024, abrangendo nove córregos que totalizam 8.410 metros. As espécies foram
identificadas e classificadas de acordo com métodos taxonômicos padronizados. Os resultados
apontaram 33 espécies distribuídas em 21 famílias, com destaque para a ordem Passeriformes,
que representou a maior riqueza. Os córregos com maior heterogeneidade ambiental, como o
da Avenida Nova Petrópolis, apresentaram maior riqueza e abundância de espécies, enquanto
córregos mais homogêneos, como o da Avenida Tancredo Neves, foram habitados
principalmente por espécies resilientes a pressões antrópicas. As guildas alimentares revelaram
predomínio de espécies carnívoras, seguidas por onívoras e herbívoras, refletindo a
disponibilidade de recursos alimentares nos diferentes hábitats estudados. O estudo conclui que
os córregos de Imbé desempenham papel fundamental como refúgios de biodiversidade,
mesmo em meio à urbanização e degradação ambiental. A preservação e recuperação desses
ecossistemas, incluindo a revegetação das margens e o manejo adequado dos recursos hídricos,
são essenciais para a manutenção da avifauna local. A conscientização pública e a integração
de políticas ambientais também são destacadas como estratégias indispensáveis para a
conservação desses ecossistemas e para o bem-estar humano.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Aspectos florísticos de plantas trepadeiras em uma floresta</title>
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<name>Lima, Leonardo Nunes de</name>
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<updated>2026-04-23T04:23:02Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Aspectos florísticos de plantas trepadeiras em uma floresta
Lima, Leonardo Nunes de
O presente trabalho buscou documentar as espécies de plantas trepadeiras em um fragmento de mata de Restinga no litoral norte do RS, classificar e analisar os traços funcionais de síndrome de dispersão e mecanismo de escalada das espécies,
além de gerar uma compreensão mais profunda da vegetação local e contribuir para a formulação de estratégias de manejo e conservação do ecossistema de Restinga associado ao bioma Mata Atlântica. O levantamento florístico foi realizado no
Parque Natural Municipal Tupancy (PNMT), localizado no município de Arroio do
Sal/RS, balneário Rondinha. Para registro e coleta das trepadeiras foi utilizado o método de caminhamento exploratório, a classificação dos mecanismos de escalada para as trepadeiras foi orientada pelas nomenclaturas, as síndromes de dispersão foram classificadas, as espécies foram coletadas e classificadas ao nível de famílias,
a lista de espécies foi complementada através de consultas aos bancos de dados e o status de conservação das trepadeiras encontradas foi determinado pela IUCN. Ao fim das expedições a campo, foram registradas 42 espécies de trepadeiras no PNMT, pertencentes a 23 gêneros, por sua vez distribuídos por 15 famílias. As
famílias mais ricas presentes no levantamento são Asteraceae (9 espécies.; 21,43%) e Apocynaceae (7 spp.; 16,67%), seguidas por Convolvulaceae e Fabaceae (3 spp.; 7,14%). Essas quatro famílias em conjunto representam 52,4% das espécies no
PNMT. Os gêneros com maior riqueza de espécies são Mikania Willd. (5 spp.; 11,91%) e Forsteronia G.Mey. (3 spp.; 7,15%), seguidos por Baccharis L.,
Dioscorea L., Ipomoea L., Oxypetalum R.Br. e Passiflora L. (2 spp.; 4,77%). Quanto à diversidade de mecanismos de escalada, foram encontrados sete em todo o levantamento, desigualmente distribuídas entre as espécies. O mecanismo mais comum utilizado pelas trepadeiras no PNMT é o volúvel (27 spp.), representando
64,29% do total de mecanismos identificados. Em relação às síndromes de dispersão, a síndrome anemocórica está presente em 21 das 42 plantas registradas, correspondendo a 50% do total de indivíduos amostrados. Mikania hastato-cordata
foi a única espécie do presente estudo encontrada entre as espécies ameaçadas, categorizada como VU (Vulnerável). A comparação entre o PNMT e os demaissítios amostrais evidencia padrões interessantes na riqueza das famílias e gêneros de
trepadeiras, onde nota-se algumas semelhanças, mas também importantes diferenças na distribuição das espécies. Forsteronia G.Mey. aparece de forma destacada no PNMT, enquanto os gêneros Mikania Willd., Passiflora L. e Ipomoea L. aparecem
de maneira constante, sugerindo um padrão ecológico comum na região. Embora o
PNMT tenha demonstrado uma grande diversidade de trepadeiras, áreas como o Parque Estadual de Itapeva e Tramandaí apresentaram uma maior riqueza em termos de número de espécies, o que pode refletir variações nas condições ambientais e no grau de preservação dos locais.
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