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<title>Trabalhos de Conclusão (TCC) de Graduação: Artigo</title>
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<title>Produção de alimentos orgânicos na região do Alto da Serra do Botucaraí – Rio Grande do Sul</title>
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<name>Silva, Láurea Letícia Jorge da</name>
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<updated>2026-04-06T04:07:01Z</updated>
<published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Produção de alimentos orgânicos na região do Alto da Serra do Botucaraí – Rio Grande do Sul
Silva, Láurea Letícia Jorge da
A produção de alimentos orgânicos, presente em 187 países, tem apresentado crescimento
mundial, com mais de 72 milhões de hectares cultivados. O Brasil é o segundo maior
produtor da América Latina e o Rio Grande do Sul (RS) está entre os quatro estados com maior produção do país. O objetivo do trabalho foi realizar um levantamento sobre a produção de alimentos orgânicos na região do Alto da Serra do Botucaraí-RS, bem como descrever de forma geral o panorama da produção no Brasil e no Rio Grande do Sul. Para o levantamento de dados na região do Botucaraí procedeu-se a aplicação de questionário aos municípios. Para a produção do Brasil e RS foram utilizados dados secundários do Cadastro
Nacional de Produtores Orgânicos, publicado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em 2021, além de dados do Censo Agropecuário de 2017. Quinze municípios
participaram da pesquisa na região do Botucaraí, sendo que nove apresentam produção de alimentos orgânicos (60%), todos pertencendo ao segmento da agricultura familiar. Cinco respondentes indicaram entre 1 a 5 estabelecimentos rurais no município e 4 indicaram entre 6 a 10, sendo que Barros Cassal relatou a exclusividade da produção orgânica como fonte de renda para os produtores. Os dados secundários indicaram que 1,35% de todos os
produtores rurais brasileiros praticam a produção orgânica, sendo que desses, 35,14% possuem certificação. Apesar dos avanços obtidos nos indicadores de produção orgânica no Brasil, no RS e na região do Botucaraí, permanece margem para inserção do setor quanto a abrangência de municípios, assim como o número de produtores que aderem a esse tipo de sistema produtivo.
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Instalação de uma ecobarreira no arroio Bernardina no município Soledade/RS</title>
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<name>Rekowsky, Rosemere Cristina</name>
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<updated>2026-04-06T04:09:04Z</updated>
<published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Instalação de uma ecobarreira no arroio Bernardina no município Soledade/RS
Rekowsky, Rosemere Cristina
A crescente produção de resíduos e seu descarte inadequado configuram um dos principais problemas ambientais na atualidade. O tema se torna relevante pela existência de grande quantidade de resíduos normalmente observados às margens dos arroios e córregos existentes na área urbana do município de Soledade/RS. A instalação de uma ecobarreira irá possibilitar o diagnóstico acerca dos resíduos comumente depositados e descartados em áreas localizadas às margens do arroio Bernardina. A escolha do ponto para a instalação da ecobarreira considerou especialmente, além da facilidade de acesso, a possibilidade de obter resultados, tanto positivos quanto negativos, em relação à eficácia desta ecobarreira e o que ela pode significar na comunidade, podendo assim viabilizar renda através da reciclagem e melhor qualidade de vida. No atual contexto marcado por transformações rápidas, repentinas e com ampla diversidade de iniciativas sociais, a aplicação da pesquisa-ação permanece sendo muito solicitada como forma de identificar e resolver problemas coletivos bem como, de aprendizagem dos atores e pesquisadores envolvidos. O modelo de ecobarreira instalado, buscou ser simples, de baixo custo e de fácil operação, almejando sua replicação em outros pontos do município, visando, deste modo a diminuição de resíduos sólidos presentes nos corpos hídricos. Ao final das coletas constatou-se um volume de aproximadamente 16 Kg de resíduos e com uma precipitação de 204 mm. Com a instalação pode-se constatar que a ecobarreira é eficiente, mas observou-se também alguns problemas que podem ser solucionados em próximos experimentos, mudando alguns itens como: areia por brita, pois, a mesma acaba saindo com a água, o arame por algum tipo de corda, pois o mesmo acaba se rompendo com a correnteza ali encontrada. Mesmo com o rompimento da ecobarreira as quantidades de resíduos coletados são consideráveis, além da percepção de alta contaminação da água, com resíduos de alimentos e outros materiais.
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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