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<title>Especialização em Meio Ambiente e Biodiversidade</title>
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<updated>2026-04-23T18:00:15Z</updated>
<dc:date>2026-04-23T18:00:15Z</dc:date>
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<title>Levantamento de macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores de qualidade da água nas lagoas do Marcelino e Peixoto do município de Osório/RS</title>
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<name>Araújo, Juliani Silva de</name>
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<updated>2026-04-23T04:28:28Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Levantamento de macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores de qualidade da água nas lagoas do Marcelino e Peixoto do município de Osório/RS
Araújo, Juliani Silva de
O presente estudo realizou o levantamento de Macroinvertebrados nas lagoas do Marcelino e Peixoto, situadas no município de Osório/Rio Grande do Sul, objetivando, através dos macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores, por meio de suas respostas às diferentes fontes de contaminação, identificando as ordens dos organismos coletados, e utilizando-os como indicadores da qualidade da água das Lagoas do Marcelino e Peixoto. Analisando as diferentes Ordens encontradas, de acordo com as diferentes características de efeito antrópicos a estas lagoas, contribuindo para a avaliação da qualidade da água nestes locais. Utilizando-se da metodologia de amostragem através de coletas in situ, efetuadas no mês de março, estação meteorológica definida como verão, utilizou-se de rede Entomológica também denominada Puçá, para realização das coletas. Os resultados obtidos apresentaram um diagnóstico das condições ecológicas dos oito pontos amostrais, sendo coletados 105 amostras, apresentando diferentes filos: filo ARTHROPODA, representados pelas classes ARACHNIDA, MALACOSTRACA, INSECTA, GASTROPODA, BIVALVIA, apresentando as ordens ARANEAE, OPILIONES, AMPHIPODA, ODONATA, MESOGASTROPODA, EPHEMEROPTERA, MYTILLOIDA , DÍPTERA. Ainda foram coletados nas amostras representantes do filo CHORDATA, classe ACTINOPTERYGII e ordem dos CYPRINODONTIFORMES. Os resultados demonstraram que o macroinvertebrados apresentam-se como boa ferramenta para o Biomonitoramento das áreas, apontando uma má qualidade da água na Lagoa do Marcelino e uma boa qualidade de água na lagoa do Peixoto, todavia estudos com longo prazo devem ser levamos em consideração.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Levantamento de macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores de qualidade da água nas lagoas do Marcelino e Peixoto do município de Osório/RS</title>
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<name>Araújo, Juliani Silva de</name>
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<updated>2026-04-23T04:28:29Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Levantamento de macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores de qualidade da água nas lagoas do Marcelino e Peixoto do município de Osório/RS
Araújo, Juliani Silva de
O presente estudo realizou o levantamento de Macroinvertebrados nas lagoas do Marcelino e Peixoto, situadas no município de Osório/Rio Grande do Sul, objetivando, através dos macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores, por meio de suas respostas às diferentes fontes de contaminação, identificando as ordens dos organismos coletados, e utilizando-os como indicadores da qualidade da água das Lagoas do Marcelino e Peixoto. Analisando as diferentes Ordens encontradas, de acordo com as diferentes características de efeito antrópicos a estas lagoas, contribuindo para a avaliação da qualidade da água nestes locais. Utilizando-se da metodologia de amostragem através de coletas in situ, efetuadas no mês de março, estação meteorológica definida como verão, utilizou-se de rede Entomológica também denominada Puçá, para realização das coletas. Os resultados obtidos apresentaram um diagnóstico das condições ecológicas dos oito pontos amostrais, sendo coletados 105 amostras, apresentando diferentes filos: filo ARTHROPODA, representados pelas classes ARACHNIDA, MALACOSTRACA, INSECTA, GASTROPODA, BIVALVIA, apresentando as ordens ARANEAE, OPILIONES, AMPHIPODA, ODONATA, MESOGASTROPODA, EPHEMEROPTERA, MYTILLOIDA , DÍPTERA. Ainda foram coletados nas amostras representantes do filo CHORDATA, classe ACTINOPTERYGII e ordem dos CYPRINODONTIFORMES. Os resultados demonstraram que o macroinvertebrados apresentam-se como boa ferramenta para o Biomonitoramento das áreas, apontando uma má qualidade da água na Lagoa do Marcelino e uma boa qualidade de água na lagoa do Peixoto, todavia estudos com longo prazo devem ser levamos em consideração.
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<title>Meio ambiente, educação ambiental, povos indígenas: vida</title>
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<name>Jesus, Michele Alves de</name>
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<updated>2026-04-23T04:28:22Z</updated>
<published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Meio ambiente, educação ambiental, povos indígenas: vida
Jesus, Michele Alves de
O presente trabalho teve como objetivo, pesquisar e refletir sobre artigos acadêmicos,
Leis e decretos ambientais, bem como da educação que tratam da educação indígena
e do Meio Ambiente. A primeira parte do estudo apresenta uma revisão bibliográfica
documental sobre as Leis Ambientais no Brasil, e da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação LDB 9394/96 e dos Parâmetros Curriculares Nacionais PCN´S e Base
Comum Curricular (BNCC), tendo como foco o tema proposto para Educação
Ambiental. A segunda etapa do estudo consiste no resumo de artigos acadêmicos
sobre o Meio Ambiente e educação indígena. A metodologia utilizada para a pesquisa
do tema ocorreu através de revisão bibliográfica em artigos acadêmicos Legislação e
Decretos Ambientais e do campo educacional. Os resultados obtidos a partir do
trabalho revelam que é necessário o estudo sobre o Meio Ambiente na educação
formal ou não formal. Neste sentido, o papel dos professores se mostra de suma
importância para transformação de atitudes que assumam com valores de
sustentabilidade, e de criticidade em relação as questões ambientais e sociedade,
como parte de um processo coletivo.
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<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Qualidade da água e variabilidade climática no subsistema sul da Bacia do Rio Tramandaí: lagoas do Gentil, da Fortaleza e da Rondinha</title>
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<name>Arboite, Adriely Scheffer</name>
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<id>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4052</id>
<updated>2026-04-23T04:28:15Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Qualidade da água e variabilidade climática no subsistema sul da Bacia do Rio Tramandaí: lagoas do Gentil, da Fortaleza e da Rondinha
Arboite, Adriely Scheffer
A qualidade da água em sistemas lacustres costeiros tende a ser resultado da interação entre processos climáticos, hidrológicos e pressões antrópicas. Neste contexto, este estudo teve como objetivo analisar a relação entre parâmetros de qualidade da água (parâmetros físico-químicos e nutrientes) e variáveis climáticas (precipitação,
temperatura do ar, umidade, velocidade do vento, índices MEI e SOI do El Niño–Oscilação Sul - ENOS) no subsistema sul da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí, nas lagoas do Gentil, da Fortaleza e da Rondinha, no período de 2008 a 2020. A abordagem metodológica incluiu análises estatísticas descritivas e correlações de Pearson. Os resultados evidenciaram que a influência da variabilidade climática sobre a qualidade da água é condicionada pelas características hidrodinâmicas e por intervenções antrópicas específicas de cada lagoa. A Lagoa do Gentil mostrou forte controle por processos de intrusão salina, com menor resposta direta às variáveis climáticas associadas ao ENOS. A Lagoa da Fortaleza apresentou maior associação entre variáveis climáticas e parâmetros como pH, salinidade e condutividade elétrica. A Lagoa da Rondinha exibiu comportamento intermediário em relação às outras lagoas desse estudo.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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