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<title>Dissertações</title>
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<updated>2026-06-03T21:06:22Z</updated>
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<title>As antiprincesas na escola: literatura, artes e empoderamento de meninas</title>
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<name>Oliveira, Jéssica da Silva de</name>
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<updated>2026-06-03T04:21:48Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">As antiprincesas na escola: literatura, artes e empoderamento de meninas
Oliveira, Jéssica da Silva de
Esta pesquisa articula gênero, arte e literatura infantil na criação de práticas pedagógicas feministas voltadas ao empoderamento das meninas. Estrutura-se em dois estudos: Estudo 1: Desprincesoteca Digital – inventário de obras da literatura infantil brasileira dos últimos 10 anos que questionam os contos de fadas clássicos. Nessas obras, as protagonistas “antiprincesas” subvertem os discursos dominantes de gênero, raça e sexualidade. Foram analisadas vinte e três obras, investigando as pedagogias que elas propõem às crianças, constituindo-se a partir daí a Desprincesoteca Digital; Estudo 2: Experimentações poético-performáticas – A Cabana do Desprincesamento – foram realizadas oficinas performáticas de contação de histórias a partir da Desprincesoteca, prática desenvolvida em uma escola de São Leopoldo/RS, em outubro de 2024, envolvendo 140 crianças da educação infantil e a comunidade escolar. Os contos clássicos de princesas veiculam discursos patriarcais, racistas, homofóbicos e sexistas, enquanto as obras das antiprincesas contrapõem-se a estes discursos, oferecem outras possibilidades de ser menina. A Cabana do Desprincesamento foi recebida com curiosidade e interesse pela comunidade escolar. As antiprincesas provocaram estranhamento e encantamento. Ainda um tanto desconhecidas, sugerimos que sejam convidadas a passear pelos currículos escolares. O produto educacional elaborado a partir desta pesquisa, a Desprincesoteca Digital, pretende estimular a invenção de práticas na direção do questionamento de discursos estereotipados e do empoderamento das meninas.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A arte de moldar entre mundos: propostas para inserção da temática indígena na educação a partir das  vasilhas cerâmicas Guarani</title>
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<name>Santos, Bianca Salazar dos</name>
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<updated>2026-06-03T04:25:19Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A arte de moldar entre mundos: propostas para inserção da temática indígena na educação a partir das  vasilhas cerâmicas Guarani
Santos, Bianca Salazar dos
A presente dissertação de mestrado inscreve-se na Linha Artes em Contextos Educacionais, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - Uergs. Articulando educação, arte, história e feminismos, a proposta reivindica uma educação que valorize as experiências das mulheres e dos povos originários, desafiando os currículos coloniais. Busca contribuir para a efetivação das Leis 11.645/2008 (Brasil, 2008) e 14.986/2024 (Brasil, 2024), bem dos ODS 4 - Educação de Qualidade, ODS 5 - Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas e ODS 20 - Garantir os direitos e promover a cultura dos povos originários e comunidades tradicionais (IPEA, 2024a, 2024b, 2024c). Busca-se incidir no campo da formação docente, com especial foco em propostas pedagógicas para o trabalho com a temática indígena nos espaços escolares não indígenas. O estudo, de base bibliográfica e documental, investigou a arte ancestral de produzir vasilhas cerâmicas pelas mulheres Guarani, acompanhada de Julieta Paredes, Ailton Krenak, Alfred Gell e Els Lagrou, entre outras e outros. As vasilhas moldadas por mulheres Guarani carregam conhecimentos ancestrais, práticas espirituais e valores comunitários, nos ensinando outros modos de vida, outras formas de pensar a relação com as coisas e com a natureza. A partir da pesquisa, foram formuladas propostas pedagógicas decoloniais, moldadas entre mundos coexistentes, apresentadas no Produto Educacional - Para Moldar Entre Mundos: Propostas pedagógicas para a inserção da temática indígena na educação a partir das vasilhas cerâmicas Guarani.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Formação continuada de docentes da Educação de Jovens e Adultos: percepções e perspectivas do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA)</title>
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<name>Pinto, Vanessa Taschetto</name>
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<updated>2026-06-03T04:25:16Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Formação continuada de docentes da Educação de Jovens e Adultos: percepções e perspectivas do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA)
Pinto, Vanessa Taschetto
Esta pesquisa buscou investigar as ações formativas de professores que atuam na Educação de Jovens e Adultos (EJA), a partir da política pública denominada Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA). O problema se direcionou a investigar: De que modos os (as) docentes e gestores da EJA, dos quatro municípios do Litoral Norte Gaúcho com maior número de matrículas, percebem a proposta formativa do Pacto EJA por eles (as) vivenciada? Nesse sentido, buscou-se: conhecer as percepções que os (as) docentes e gestores da EJA dos quatro municípios com maior número de matrículas do Litoral Norte têm da proposta formativa do Pacto EJA, por eles (as) vivenciada, através dos objetivos específicos que visam: conhecer a política do Programa Pacto EJA, seus princípios e pressupostos formativos e as orientações para a sua implementação; compreender de que formas a política formativa do Programa Pacto EJA vem sendo implementada pela gestão estadual e docentes participantes da formação no Litoral Norte Gaúcho; investigar de que modos os (as) docentes e gestores percebem os desafios e possibilidades oriundas deste processo formativo nos diálogos com os seus pares, na escola. Preocupou-se ainda em desenvolver um produto educacional que, com base nas especificidades da formação continuada da Educação de Jovens e Adultos e nos achados da pesquisa, possam contribuir para a formação continuada da EJA. Trata-se de uma pesquisa qualitativa em suas etapas exploratória e descritiva, fundamentada em Minayo (1999) e Gil (2008), com o desenvolvimento de entrevistas semiestruturadas. O referencial teórico apresenta-se voltado especialmente a partir dos estudos de Freire (1967, 1987,1986), Soares (2011, 2016), Sant’Anna &amp; Stramare (2020), Laffin (2013, 2020, 2023) sobre a Educação de Jovens e Adultos e Nóvoa (1992, 2013) e Imbernón (2006, 2009, 2010) na perspectiva mais geral da formação docente. A análise dos dados produzidos foi realizada a partir dos estudos de Bardin (2016). De um modo geral, os achados da pesquisa evidenciaram que, embora o Pacto represente avanços e visibilidade para a modalidade, persistem fragilidades que foram enunciadas pelos (as) docentes, como distanciamento entre teoria e prática, dificuldades estruturais e organizativas da formação, sobrecarga docente para a participação efetiva e contínua nas atividades e limitações de monitoramento, que restringem a participação efetiva e a consolidação do programa. Ainda assim, o Pacto recoloca a EJA no debate público, valoriza a Educação Popular nas perspectivas de Paulo Freire e reforça a necessidade de políticas permanentes de formação continuada, articuladas ao reconhecimento do trabalho docente. Como produto educacional, elaborou-se um e-book formativo que sistematizou os achados da pesquisa efetivada,
apresentando aspectos legais, conceituais e metodológicos, servindo de subsídios à reflexão crítica e ampliação das discussões sobre a formação continuada de docentes e gestores da EJA.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A palavra Mbyá-Guarani: educação indígena que pode ser compartilhada com Juruá</title>
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<name>Nascimento, Bárbara Freitas do</name>
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<updated>2026-06-03T04:25:14Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A palavra Mbyá-Guarani: educação indígena que pode ser compartilhada com Juruá
Nascimento, Bárbara Freitas do
A presente dissertação tem o objetivo de analisar a experiência narrativa da pesquisadora construída na relação com o Povo Mbyá-Guarani. O lócus da pesquisa é na Terra indígena Pindó Mirim, comunidade Mbyá-Guarani localizada no município de Viamão/RS. Os participantes da pesquisa foram três moradores da comunidade. Para contribuições teóricas ao estudo, elegemos intelectuais indígenas e não indígenas. A metodologia do trabalho se dará por meio da abordagem qualitativa e, como procedimento, assume-se a pesquisa narrativa, tendo como teóricos de referência Jean Clandinin e Michael Connelly. Dessa maneira, a produção de dados fundamentou-se no diário de campo, dos registros da narrativa da experiência. Os resultados da pesquisa evidenciaram: a) a diferença entre o tempo acadêmico e o tempo indígena, mostrando que enquanto a academia exige prazos e linearidade, o tempo do Mbyá-Guarani é espiritual, guiado pelo ritmo da comunidade; b) revelou tensões culturais que foram constitutivos da pesquisa, expondo os diferentes modos de aprender e de compreender o mundo; c) mostrou que a relação entre pesquisador-participante são constantemente negociadas, pois o indígena avalia o Juruá kuery antes de permitir sua presença na comunidade.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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