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<title>Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia (Bacharelado)</title>
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<updated>2026-04-24T00:53:21Z</updated>
<dc:date>2026-04-24T00:53:21Z</dc:date>
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<title>Avaliação da produção de biossurfactante por Bacillus amyloliquefaciens P5 E Bacillus megaterium DSMZ 32 a partir do soro de queijo</title>
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<name>Tech, Bárbara Iegli</name>
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<updated>2026-04-23T04:17:47Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da produção de biossurfactante por Bacillus amyloliquefaciens P5 E Bacillus megaterium DSMZ 32 a partir do soro de queijo
Tech, Bárbara Iegli
Biossurfactantes são substâncias com propriedades emulsificantes e detergentes que têm potencial de aplicação em diversas áreas. Estas biomoléculas apresentam muitas vantagens frente aos surfactantes quimicamente sintetizados. No entanto, o alto preço de sua produção afeta o uso dessas substâncias orgânicas. Uma possibilidade para a redução do custo produtivo é a utilização de fontes alternativas de nutrientes, como subprodutos agrícolas sem destino. O soro de queijo é rico em nutrientes, e sua alta carga orgânica lhe confere potencial uso como substrato. O presente trabalho teve por objetivo utilizar o soro oriundo da fabricação de queijo como substrato na produção de biossurfactante a partir de Bacillus amyloliquefaciens P5 e Bacillus megaterium DSMZ 32. Estes micro-organismos foram cultivados no meio teste Caldo Soro de Queijo (CSQ) e no meio controle comercial Brain Heart Infusion (BHI). Foram variadas a temperatura de incubação do pré-inóculo e inóculo em três condições diferentes (30 °C e 30 °C; 30 °C e 42 °C; 37 °C e 42 °C, respectivamente), e o meio com células e o sobrenadante livre de células obtidos ao fim de cada condição foram analisados. A produção de biossurfactante foi avaliada através de três métodos: a) Índice de Emulsificação (E24), que resultou em 67,3% de emulsificação no meio teste CSQ com cultivo de Bacillus megaterium DSMZ 32 com Éter de Petróleo, e 61,1% de emulsificação com Bacillus amyloliquefaciens P5 em solução com Hexano; b) Análise Tensiométrica com tensiômetro digital, que indicou redução discreta na tensão superficial de 83% das amostras, demonstrando melhores resultados em porcentagem de redução para Bacillus amyloliquefaciens P5 em meio CSQ (39%) e em meio BHI (19,5%) e c) Atividade Hemolítica, que apresentou hemólise positiva para todas as amostras de sobrenadantes e do meio contendo células. Os resultados permitiram garantir a produção de biossurfactante pelos dois micro-organismos testados (Bacillus amyloliquefaciens P5 e Bacillus megaterium DSMZ 32) a partir do meio Caldo Soro de Queijo.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Uso de ferramentas de gestão da qualidade na produção de cerveja em microcervejaria em Porto Alegre</title>
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<name>Santos, Rafael Barreto</name>
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<updated>2026-04-23T04:00:35Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Uso de ferramentas de gestão da qualidade na produção de cerveja em microcervejaria em Porto Alegre
Santos, Rafael Barreto
A indústria cervejeira no Brasil possui grande expressividade, ocupando a terceira posição como maior produtor do mundo, com uma produção de 14 bilhões de litros por ano. Atualmente é a bebida alcoólica mais consumida no país. O movimento de cervejarias artesanais tem ganhado espaço no setor cervejeiro brasileiro, sendo que os adeptos desse movimento buscam novamente a volta da variedade de estilos históricos e culturais, porem sempre visando a qualidade da bebida em aspectos de matéria prima, microbiológica, coloidal e sensorial. Assim, a qualidade do produto está ligada diretamente aos aspectos microbiológicos da cerveja e os aspectos físico-químicos, os quais devem ser acompanhados durante todo o processo de fabricação. A gestão da qualidade é uma ferramenta utilizada para assegurar um produto de alta qualidade, servindo para reduzir e otimizar o processo de produção. A proposta desse trabalho é o uso de ferramentas de gestão qualidade para avaliar e acompanhar os riscos de contaminação microbiológica durante o processo de fabricação da cerveja em uma microcervejaria. A metodologia contou com a utilização da ferramenta de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), para identificação de pontos de contaminação dentro do processo de fabricação, e a formulação de um indicador de desempenho microbiológico, a partir das análises de contaminação dos principais pontos encontrados. Os resultados a partir das análises do APPCC mostrou a necessidade de revisão do manual de Boas Práticas de Fabricação da indústria. Além disso, o indicador de desempenho mostrou que ao logo do período ocorreu redução da taxa de contaminação dentro do processo. As medidas de correções dos pontos críticos foram definidas para algumas etapas e mais análises de contaminações foram incluídas para tornar o indicador mais robusto.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Biossorção de cromo hexavalente em biomassa inativa de microalgas (chlorella sorokiniana)</title>
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<name>Dias, Guilherme Igor</name>
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<updated>2026-04-23T04:00:40Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Biossorção de cromo hexavalente em biomassa inativa de microalgas (chlorella sorokiniana)
Dias, Guilherme Igor
A poluição ambiental decorrente da disposição de metais pesados em efluentes industriais é capaz de acarretar inúmeros danos biológicos. Dentre eles, o cromo hexavalente (Cr(VI)), oriundo principalmente de banhos de galvanoplastias e do tratamento de couro em curtumes, pode representar um grande problema ambiental, uma vez que é reconhecidamente um composto carcinogênico. Partindo disto, o presente estudo buscou estudar a viabilidade da aplicação de biomassa inativa de microalgas Chlorella sorokiniana na biorremediação deste metal pesado, sem efetuar nenhum tipo de pré-tratamento na biomassa. A metodologia utilizada foi baseada em coletas de amostras após tempos determinados de interação, sendo a concentração residual de Cr(VI) obtida por meio do método colorimétrico da 1,5-difenilcarbazida. Os resultados demonstraram uma capacidade máxima de remoção de Cr(VI) igual a 38% para uma concentração inicial de biomassa de 10 g.L-1 , agitação de 170 RPM e temperatura de 21 ºC, correspondendo a uma biossorção de 0,055 mg de Cr(VI) por g de biomassa, sendo o equilíbrio atingido após 100 min de interação. Os resultados demonstraram uma possível aplicação frente a remoção de baixas concentrações do metal, principalmente pelo fato de que a biomassa foi utilizada sem nenhum tipo de pré tratamento, e as condições necessárias para as porcentagens máximas de remoção são de baixo gasto energético.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Validação de método de monitoramento contínuo em processos de umidificação utilizando estufa de secagem</title>
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<name>Soares, Gisele do Carmo</name>
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<updated>2026-04-23T04:00:39Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Validação de método de monitoramento contínuo em processos de umidificação utilizando estufa de secagem
Soares, Gisele do Carmo
O controle do teor de umidade é um processo comum na indústria, pois produtos com alto teor de umidade facilmente sofrem contaminação microbiológica. Porém a medida das perda de água dos produtos ainda é feita de maneira manual, comparando-se o peso inicial com o peso seco . Baseado na necessidade de se aprofundar os conhecimentos sobre a transferência de água do produto para o ar aquecido durante o processo de secagem, testou-se nessa pesquisa a validação de uma rotina de monitoramento contínuo da transferência de massa da água de um recipiente para o ar aquecido de uma estufa de secagem. O objetivo desta pesquisa foi minimizar o erro teórico em relação ao experimental, para então utilizar os resultados obtidos para viabilizar a realização de um experimento didático voltado para o estudo do processo de umidificação do ar. Para tal, realizaram-se 15 experimentos com intervalos de tempo variando entre 20 minutos e uma hora. Para os experimentos com duração entre 20 e 30 minutos, os valores das variáveis de controle foram coletados de 2 em 2 minutos. Para os experimentos de uma hora, os valores das variáveis de controle foram coletados a cada cinco minutos. Para a vaporização da água dentro do contêiner, foram utilizados três tipos de aquecedores de água: um bloco aquecedor de impressora 3D com monitoramento de temperatura via Arduino, um aquecedor de água com regulagem automática de temperatura e um ebulidor elétrico comum. Ao longo dos experimentos, uma série de melhorias foi proposta para otimizar o processo de homogeneização do vapor que saía do recipiente com o ar aquecido do forno de secagem, como o uso de um ventilador USB e de um disco difusor de papelão. Dois equipamentos também foram usados para medir a umidade e a temperatura do ar que saia da estufa de secagem. Baseado no percentual de erro entre as medidas experimentais e teóricas, o experimento com o menor erro foi o Experimento 10, em que se utilizou um vidro de Nescafé® como recipiente para água, um ebulidor elétrico para esquentar a água dentro do recipiente e o termo-higro-anemômetro para realizar as medidas.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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