<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Administração Pública (Bacharelado)</title>
<link href="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/383" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/383</id>
<updated>2026-04-23T20:44:02Z</updated>
<dc:date>2026-04-23T20:44:02Z</dc:date>
<entry>
<title>Abstenção eleitoral entre os jovens no Brasil nas eleições presidenciais de  2018 e 2022: causas e consequências</title>
<link href="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4093" rel="alternate"/>
<author>
<name>Rosa, Pablo Santiago Taurino da</name>
</author>
<id>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4093</id>
<updated>2026-04-23T04:28:37Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Abstenção eleitoral entre os jovens no Brasil nas eleições presidenciais de  2018 e 2022: causas e consequências
Rosa, Pablo Santiago Taurino da
A abstenção eleitoral entre os jovens no Brasil, especialmente nas eleições presidenciais de 2018 e 2022, tem se configurado como um fenômeno crescente e preocupante para o fortalecimento da democracia representativa. Considerando que a juventude representa parcela expressiva da população brasileira, compreender as razões do seu afastamento das urnas é essencial para avaliar a vitalidade da participação política no país. Assim, este estudo teve como objetivo geral, identificar possíveis fatores que influenciam a abstenção eleitoral entre os jovens brasileiros no
período de 2018 a 2022, e como objetivos específicos, analisar suas possíveis consequências e refletir sobre estratégias de engajamento dessa parcela do eleitorado. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, com caráter descritivo, fundamentada em levantamento bibliográfico e análise documental. Foram selecionados artigos científicos publicados entre 2018 e 2025 na base de dados SciELO, além de relatórios institucionais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Devido
à escassez de estudos específicos sobre abstenção juvenil, foram realizadas buscas utilizando diferentes descritores, o que resultou na seleção de 10 artigos relevantes e 3 documentos oficiais. A análise de conteúdo, com foco na análise temática, permitiu organizar e interpretar o material coletado seguindo eixos centrais relacionados às causas, ao comportamento eleitoral e às consequências da abstenção entre os jovens. Os resultados apontam que a abstenção entre jovens permaneceu elevada nos dois pleitos analisados, evidenciando que a abstenção eleitoral juvenil no Brasil é resultado de um conjunto de fatores sociais, informacionais e institucionais. Compreender esse fenômeno é fundamental para o fortalecimento da cultura democrática, indicando a necessidade de políticas públicas que promovam educação cidadã, ampliem a inclusão digital crítica, combatam a desinformação e estimulem a
participação efetiva dos jovens nos processos de decisão política.
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>A emergência climática e o novo papel da administração pública</title>
<link href="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4057" rel="alternate"/>
<author>
<name>Fernandes, Rosanea Rodrigues</name>
</author>
<id>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4057</id>
<updated>2026-04-23T04:28:18Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A emergência climática e o novo papel da administração pública
Fernandes, Rosanea Rodrigues
O presente trabalho discorreu sobre as lições aprendidas na gestão de crises e riscos decorrentes da catástrofe climática de 2024 no Rio Grande do Sul. O objetivo principal desta pesquisa consistiu em: analisar os eventos ocorridos e as ações realizadas pelas diferentes esferas da Administração Pública, identificando as oportunidades de melhorias e as ações operacionais integradas que definissem um novo papel mais resiliente para o setor público, no enfrentamento de emergências desse tipo. Para a elaboração deste trabalho foi utilizada metodologia de pesquisa de estudo de caso, focando na enchente ocorrida entre abril e maio de 2024 no estado do Rio Grande do Sul. A pesquisa realizada baseou-se na coleta de materiais e informações publicadas em sites de notícias e informativos da Defesa Civil, apresentando também fatos históricos e eventos anteriores similares. Além disso, realizou-se um levantamento de dados orçamentários, buscando demonstrar a evolução de valores destinados à prevenção e atuação em eventos climáticos extremos. A discussão ressaltou ainda que o aquecimento global e o crescimento urbano desordenado, com ocupação de áreas de risco somado à uma gestão com ineficiência em gerir os sistemas de escoamento, podem ter potencializado os estragos e danos causado, destacando a importância das ações humanas em momentos de crises climáticas. O evento de 2024 foi considerado a maior enchente da história, superando o nível de 1941, com indicadores do nível do Lago Guaíba atingindo a marca de 5,37 metros. A tragédia afetou 478 municípios e resultou em 178 óbitos confirmados, além de deixar 388.781 pessoas desalojadas. A catástrofe causou perdas humanas, materiais, financeiras e uma mortalidade significativa de animais em diversos setores produtivos.
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>O reflexo do estilo de liderança hostil no ambiente de trabalho: uma revisão integrativa sistemática (2020 - 2025)</title>
<link href="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4056" rel="alternate"/>
<author>
<name>Souza, Jennifer Silveira de</name>
</author>
<id>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4056</id>
<updated>2026-04-23T04:28:17Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O reflexo do estilo de liderança hostil no ambiente de trabalho: uma revisão integrativa sistemática (2020 - 2025)
Souza, Jennifer Silveira de
A presente pesquisa teve como objetivo geral analisar os impactos do estilo de liderança hostil no ambiente de trabalho,no período de 2020 a 2025. Os objetivos específicos deste trabalho foram Identificar, nas pesquisas científicas publicadas entre 2020 a 2025,como ocorre a liderança hostil no ambiente de trabalho; Coletar e sintetizar as categorias temáticas encontradas,pontos convergentes e divergentes da liderança hostil nas relações de trabalho descritas nas publicações científicas, no período de 2020 a 2025; e Indicar ações de capacitação de desenvolvimento voltadas
à prevenção de comportamentos hostis nas práticas de liderança e à promoção da motivação no ambiente de trabalho. A metodologia utilizada foi de natureza qualitativa e descritiva, a partir de uma revisão integrativa sistemática entre os anos de 2020 a 2025, com consulta por meio do buscador Google Acadêmico, com critérios de inclusão preestabelecidos. Foram selecionados 26 estudos que tratam de diversos aspectos da liderança referente a seus reflexos sobre o comportamento
organizacional. A análise destacou dez categorias temáticas, evidenciando como o
estilo de liderança hostil impacta o clima organizacional, as relações interpessoais e a
saúde mental dos trabalhadores. O estudo mostra que práticas abusivas decorrem da
falta de motivação, queda na produtividade e sofrimento psicológico. A liderança hostil
se manifesta por isolamento, humilhação e controle excessivo. Para prevenir tais comportamentos, destacam-se a importância da comunicação clara, da inteligência emocional e da capacitação ética, além do desenvolvimento contínuo dos gestores.
Recomenda-se ampliar pesquisas sobre interseccionalidades (gênero, raça e
hierarquia) e criar ferramentas específicas para analisar a liderança hostil. Acredita-se que gestores preparados eticamente e emocionalmente são essenciais para aumentar a motivação e reduzir o estresse no ambiente de trabalho.
</summary>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Programa Minha Casa Minha Vida: análise do atendimento das necessidades de moradia da população brasileira</title>
<link href="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3859" rel="alternate"/>
<author>
<name>Jantsch, Jéssica</name>
</author>
<id>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3859</id>
<updated>2026-04-23T04:25:52Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Programa Minha Casa Minha Vida: análise do atendimento das necessidades de moradia da população brasileira
Jantsch, Jéssica
5
RESUMO O déficit habitacional no Brasil é um problema social com responsabilidade dos governantes do país. Para o seu enfrentamento, foi criado pelo governo federal o Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), para implementar a criação de moradias habitacionais e expandir o mercado imobiliário. Um dos propósitos é que essas moradias sejam cada vez construídas mais rapidamente e em locais de fácil acesso para população de média e baixa renda. Neste contexto, o objetivo geral desta pesquisa foi analisar o atendimento das necessidades de moradia da população brasileira a partir do Programa Minha Casa Minha Vida, com quatro objetivos específicos: conhecer as bases de criação e implementação do PMCMV, apresentar as modalidades do PMCMV, apresentar as alterações realizadas no programa ao longo de sua implementação, verificar potencialidades e fragilidades ao atendimento das necessidades de moradia. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa,do tipo exploratória, com revisão documental e bibliográfica na base dedados SciELO,a partir de 22 artigos, além do Relatório de Avaliação do Programa Minha Casa Minha Vida Ciclo 2020. A análise dos resultados permitiu compreender o início do programa no país e suas bases de criação, mostrar suas diferentes modalidades, as alterações e regras ao longo dos anos e, por fim, apresenta as fraquezas e potencialidades que foram apontadas. Destaca-se como potencialidade a sua própria criação, proporcionando moradia digna, além da parceria público-privada, trazendo agilidade nas entregas. Como fragilidade, aponta-se dificuldade de adaptação dos moradores, em diversos aspectos, devido a um conjunto de vulnerabilidades das famílias que não são sanadas apenas pela habitação.
</summary>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
