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<title>Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia (Bacharelado)</title>
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<updated>2026-04-23T19:20:14Z</updated>
<dc:date>2026-04-23T19:20:14Z</dc:date>
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<title>Modelagem matemática da fermentação de glicose e xilose por saccharomyces cerevisiae e candida shehatae em monocultura e cocultura utilizando métodos bayesianos</title>
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<name>Espitalher, Crystyan Dias</name>
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<updated>2026-04-23T04:28:15Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Modelagem matemática da fermentação de glicose e xilose por saccharomyces cerevisiae e candida shehatae em monocultura e cocultura utilizando métodos bayesianos
Espitalher, Crystyan Dias
A viabilidade econômica do etanol de segunda geração depende da fermentação eficiente de hexoses e pentoses presentes na biomassa lignocelulósica. O presente trabalho teve como objetivo a construção e validação de um modelo matemático cinético, semiempírico e não-estruturado, para descrever o crescimento celular e a produção de etanol na fermentação em batelada de glicose e xilose por Saccharomyces cerevisiae e Candida shehatae. Utilizou-se a inferência Bayesiana, através do algoritmo MCMC Metropolis-Hastings, para a estimativa de parâmetros cinéticos a partir de dados experimentais de monoculturas, modelando inclusive a repressão catabólica da glicose sobre a xilose. Os modelos apresentaram ajustes coerentes, com coeficiente de determinação (R²) médio de 0,95 para S. cerevisiae e 0,94 para C. shehatae, resultando em valores para a raiz do erro quadrático médio relativo (rRMSE) dentro dos valores recomendados pela literatura. A validação do modelo frente a dados de co-cultura demonstrou alta consistência (R² = 0,94; rRMSE = 16,46%), comprovando a eficácia da abordagem escolhida em prever a dinâmica fermentativa dos microrganismos em cocultura utilizando pentoses e hexoses como substrato.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Identificação molecular de microrganismos fotossintetizantes de corpos hídricos de Porto Alegre</title>
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<name>Brito, Daniel Ubiratan Haas de</name>
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<updated>2026-04-23T04:25:59Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Identificação molecular de microrganismos fotossintetizantes de corpos hídricos de Porto Alegre
Brito, Daniel Ubiratan Haas de
Os microrganismos fotossintetizantes são compostos por microalgas e cianobactérias, organismos unicelulares que possuem estrutura celular eucariótica e procariótica e vivem isoladamente ou podem formar colônias. Por apresentarem características como alta taxa de crescimento e alta capacidade de armazenamento de substâncias de reserva, como lipídios e amido, as microalgas apresentam alto potencial biotecnológico. Sendo amplamente estudados para aplicação em biorremediação, biorrefinarias, absorção de CO2 e na produção de bioprodutos. Este trabalho teve como objetivo identificar molecularmente microalgas isoladas de corpos hídricos do município de Porto Alegre, coletados entre os meses de janeiro e agosto de 2023, por meio de técnicas de biologia molecular. Amostras foram coletadas do Arroio Dilúvio e do Lago Guaíba, cultivadas em meio BG-11 e submetidas à extração de DNA, amplificação por PCR e sequenciamento da região ITS2 do DNA ribossômico nuclear. Foi feito extração de dna e amplificação da região ITS2 dos isolados DL0-01, DL0-02, DL0-03, DL0-04, DL1-10, DL1-12, DL2-03, DL2-04 e GB2-04. Porém, os isolados DL0-02, DL1-12 e GB2-04 foram enviados para sequenciamento não tendo os resultados ainda. A análise das sequências obtidas nos bancos de dados NCBI, PhycoCosm e Bold Systems indicou que a maioria dos isolados pertence ao filo Chlorophyta, classe Trebouxiophyceae, com forte tendência para os gêneros Chlorella, Micractinium e Scenedesmus, sendo alguns sugeridos como Chlorella sorokiniana. A comparação entre os dados de sequenciamento e as características morfológicas dos isolados reforça a importância da identificação molecular, especialmente frente às limitações da taxonomia clássica. Isolados com alto grau de similaridade (como DL0-01, DL0-03 e DL0-04) indicam linhagens semelhantes ou possivelmente de mesmo gênero ou até mesma espécie, enquanto outros apresentaram variações que sugerem diferentes linhagens dentro do mesmo grupo. O estudo contribui para o enriquecimento do banco de isolados do Laboratório de Biotecnologia Vegetal e para o avanço no conhecimento da biodiversidade microalgal da região. Além disso, estabelece protocolos que podem ser aplicados em futuros estudos voltados à bioprospecção e uso biotecnológico desses organismos, como em processos de biorremediação e produção de biocombustíveis.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Produção e análise sensorial de uma bebida plant-based a partir do soro de tofu com microrganismos potencialmente probióticos</title>
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<name>Jesus, Micaela Gomes de</name>
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<updated>2026-04-23T04:23:05Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Produção e análise sensorial de uma bebida plant-based a partir do soro de tofu com microrganismos potencialmente probióticos
Jesus, Micaela Gomes de
Tratando-se de sustentabilidade e da economia circular, o reaproveitamento de resíduos agroindustriais, como o soro de tofu, é uma prática promissora para mitigar impactos ambientais e agregar valor aos subprodutos. O soro de tofu, um subproduto gerado durante a produção do tofu, também chamado de "queijo" de soja. O soro de tofu, rico em nutrientes como proteínas, carboidratos e minerais, apresenta potencial
para aplicações biotecnológicas, como a produção de bebidas fermentadas, visto que
tem sido explorado recentemente como uma alternativa ao soro de leite e outros
subprodutos para o cultivo de bactérias ácido-láticas e leveduras. Por tanto, o objetivo
deste trabalho foi a produção e análise sensorial de uma bebida fermentada, plantbased, funcional e probiótica a partir do soro de tofu, utilizando os microrganismos Lactobacillus plantarum e Kluyveromyces marxianus. As linhagens foram inicialmente cultivadas separadamente em seus meios de cultura específicos e cada microrganismo foi inoculado no soro de tofu na concentração de 1×106 UFC/mL. A cocultura foi fermentada a 37 °C por 48 horas e amostras foram coletadas nos tempos
0h e 48h para análise de metabólitos por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE), pH e crescimento celular. As formulações da bebida plant-based foram
desenvolvidas com a adição de suco de maçã ou açúcar demerara e comparadas
sensorialmente com amostras de soro não fermentado. As amostras foram avaliadas
por 98 provadores em análise sensorial, além de análises de pH, visando a otimização
do produto final. Com isso, pode-se concluir que a fermentação da bebida plant-based
em co-cultura reduziu o pH de 5,92 para 3,95, favorecendo a produção de ácido acético e o consumo de açúcares, mas inibindo a formação de etanol. As amostras com açúcar demerara tiveram maior aceitação sensorial por equilibrar a acidez,
enquanto as com suco de maçã apresentaram avaliação moderada. Sendo assim, para melhorar a bebida plant-based, deve-se enfatizar atributos positivos como doçura e maciez, e reduzir características negativas como acidez e amargor. Ajustes na formulação e estratégias de marketing voltadas para jovens também são essenciais
para aumentar a aceitação, destacando os benefícios do soro de tofu.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação de micronúcleos e outras alterações nucleares em células esfoliadas da mucosa bucal de frentistas expostos aos vapores de combustíveis</title>
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<name>Souza, Yasmin de Castro Coelho de</name>
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<updated>2026-04-23T04:22:46Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação de micronúcleos e outras alterações nucleares em células esfoliadas da mucosa bucal de frentistas expostos aos vapores de combustíveis
Souza, Yasmin de Castro Coelho de
O uso de combustíveis derivados do petróleo, como a gasolina, representa riscos ocupacionais significativos, especialmente para frentistas expostos diariamente aos vapores tóxicos. Esses vapores contêm compostos como o benzeno, uma substância cancerígena associada a doenças como a leucemia mieloide aguda. A exposição ocorre pelas vias nasal e oral, cujos tecidos são suscetíveis a danos celulares, incluindo mutações no DNA. No Brasil, a saúde dos frentistas é negligenciada, pois não estão incluídos no "Acordo Nacional do Benzeno". Devido a isto, este estudo teve como objetivo monitorar a saúde dos indivíduos expostos aos combustíveis, através da avaliação da genotoxicidade em células esfoliadas da mucosa bucal. Esse estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Uergs e incluiu 60 participantes divididos em grupos controle (não expostos) e exposto (frentistas). Foram coletadas células da mucosa oral com escova citológica, fixadas e coradas pelo método PAS/Fast Green. As lâminas foram analisadas ao microscópio óptico para identificação de micronúcleos (MNs) e outras alterações nucleares associadas à citotoxicidade e morte celular. Os resultados indicaram uma maior frequência de micronúcleos em células diferenciadas nos indivíduos expostos (0,93 ± 0,29; p &lt; 0,05), bem como de brotos nucleares/broken eggs (4,40 ± 1,19; p &lt; 0,01), cariorrexe (16,40 ± 2,91; p &lt; 0,001), picnose (7,73 ± 1,58; p &lt; 0,01), cromatina condensada (11,60 ± 1,25; p &lt; 0,001) e cariólise (20,77 ± 2,51; p &lt; 0,001). Esses achados sugerem que os compostos presentes na gasolina estão relacionados a efeitos mutagênicos. A exposição prolongada, sobretudo em faixas etárias mais avançadas, foi associada a maiores danos nucleares. Apesar do uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) relatado pelos frentistas, a utilização inadequada desses equipamentos pode ter influenciado os resultados. O estudo reforça a necessidade de políticas públicas mais rigorosas e campanhas de conscientização para proteger a saúde dos trabalhadores expostos a vapores de combustíveis.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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