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<title>Gestão Ambiental (Bacharelado)</title>
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<updated>2026-04-27T07:07:09Z</updated>
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<title>Cartilha WebMap temático</title>
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<name>Rocha, Laura Rousselet Possani</name>
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<updated>2026-04-27T04:22:41Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Cartilha WebMap temático
Rocha, Laura Rousselet Possani
Diante do novo marco legal do saneamento, o município de Tapes destaca-se regionalmente pela infraestrutura sanitária existente e que encontra-se em fase de ampliação. Com este avanço, surgem também impactos, desafios e oportunidades, que exigem a compreensão dos fatores e efeitos associados às condições de água potável, saneamento e higiene, conhecidos como fenômenos de WASH. Para visualizar as informações acerca destes fenômenos, integradas à paisagem natural e construída, em determinada escala territorial, o SIG emerge como uma ferramenta fundamental na obtenção, organização e apresentação destes dados. Os mapas digitais de dados abertos por sua vez, além de apoiar gestores e técnicos na formulação de políticas e decisões estratégicas no planejamento ambiental, são um meio democrático e difusor do conhecimento para a comunidade. A partir deste contexto, este trabalho realiza uma pesquisa aplicada descritiva e em termos de procedimento, um estudo de caso. Estruturado a partir da identificação de uma lacuna significativa de dados abertos sobre a rede de esgotamento sanitário existente no município, este estudo compreende a identificação e o mapeamento de diferentes componentes do saneamento ambiental, apoiando-se na cartografia social para gerar um mapa digital aberto, gratuito e interativo. O produto permite o reconhecimento do sistema de saneamento, integrados a outros elementos que compõe a dinâmica da paisagem, além de ter acesso a dados estatísticos, imagens georreferenciadas e outros subprodutos. Durante as etapas do desenvolvimento foi permitido o diálogo com a comunidade, estudantes e representantes de instituições e prestadores de serviço, que contribuíram com seus saberes e suas percepções sobre o saneamento de Tapes. Este contato provocou a reflexão e o debate acerca da organização do território, a importância dos investimentos em infraestrutura, as implicações na mobilidade urbana durante as obras de infraestrutura e os benefícios futuros quanto à balneabilidade na Lagoa dos Patos. Espera-se, contudo, a continuidade deste projeto, na complementação, aprimoramento e na atualização dos dados, enquanto estes possam ser norteadores de novos estudos. A aplicação desta metodologia pode ser replicada em outros estudos, pois a falta de disponibilidade de dados abertos a nível local ainda é realidade em muitos municípios de pequeno porte.
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<title>Web Mapa Temático do Saneamento Ambiental Integrado de Tapes/RS.</title>
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<name>Rocha, Laura Rousselet Possani</name>
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<summary type="text">Web Mapa Temático do Saneamento Ambiental Integrado de Tapes/RS.
Rocha, Laura Rousselet Possani
Diante do novo marco legal do saneamento, o município de Tapes destaca-se
regionalmente pela infraestrutura sanitária existente e que encontra-se em fase de ampliação. Com este avanço, surgem também impactos, desafios e oportunidades, que exigem a compreensão dos fatores e efeitos associados às condições de água potável, saneamento e higiene, conhecidos como fenômenos de WASH. Para visualizar as informações acerca destes fenômenos, integradas à paisagem natural e construída, em determinada escala territorial, o SIG emerge como uma ferramenta fundamental na obtenção, organização e apresentação destes dados. Os mapas digitais de dados abertos por sua vez, além de apoiar gestores e técnicos na formulação de políticas e decisões estratégicas no planejamento ambiental, são um meio democrático e difusor do conhecimento para a comunidade. A partir deste contexto, este trabalho realiza uma pesquisa aplicada descritiva e em termos de procedimento, um estudo de caso. Estruturado a partir da identificação de uma lacuna significativa de dados abertos sobre a rede de esgotamento sanitário existente no município, este estudo compreende a identificação e o mapeamento de diferentes componentes do saneamento ambiental, apoiando-se na cartografia social para gerar um mapa digital aberto, gratuito e interativo. O produto permite o reconhecimento do sistema de saneamento, integrados a outros elementos que compõe a dinâmica da paisagem, além de ter acesso a dados estatísticos, imagens georreferenciadas e outros subprodutos. Durante as etapas do desenvolvimento foi permitido o diálogo com a comunidade, estudantes e representantes de instituições e prestadores de serviço, que contribuíram com seus saberes e suas percepções sobre o saneamento de Tapes. Este contato provocou a reflexão e o debate acerca da organização do território, a importância dos investimentos em infraestrutura, as implicações na mobilidade urbana durante as obras de infraestrutura e os benefícios futuros quanto à balneabilidade na Lagoa dos Patos. Espera-se, contudo, a continuidade deste projeto, na complementação, aprimoramento e na atualização dos dados, enquanto estes possam ser norteadores de novos estudos. A aplicação desta metodologia pode ser replicada em outros estudos, pois a falta de disponibilidade de dados abertos a nível local ainda é realidade em muitos municípios de pequeno porte.
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<title>Storymap</title>
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<name>Rocha, Laura Rousselet Possani</name>
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<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Storymap
Rocha, Laura Rousselet Possani
Diante do novo marco legal do saneamento, o município de Tapes destaca-se
regionalmente pela infraestrutura sanitária existente e que encontra-se em fase de ampliação. Com este avanço, surgem também impactos, desafios e oportunidades, que exigem a compreensão dos fatores e efeitos associados às condições de água potável, saneamento e higiene, conhecidos como fenômenos de WASH. Para visualizar as informações acerca destes fenômenos, integradas à paisagem natural e construída, em determinada escala territorial, o SIG emerge como uma ferramenta fundamental na obtenção, organização e apresentação destes dados. Os mapas digitais de dados abertos por sua vez, além de apoiar gestores e técnicos na formulação de políticas e decisões estratégicas no planejamento ambiental, são um meio democrático e difusor do conhecimento para a comunidade. A partir deste contexto, este trabalho realiza uma pesquisa aplicada descritiva e em termos de procedimento, um estudo de caso. Estruturado a partir da identificação de uma lacuna significativa de dados abertos sobre a rede de esgotamento sanitário existente no município, este estudo compreende a identificação e o mapeamento de diferentes componentes do saneamento ambiental, apoiando-se na cartografia social para gerar um mapa digital aberto, gratuito e interativo. O produto permite o reconhecimento do sistema de saneamento, integrados a outros elementos que compõe a dinâmica da paisagem, além de ter acesso a dados estatísticos, imagens georreferenciadas e outros subprodutos. Durante as etapas do desenvolvimento foi permitido o diálogo com a comunidade, estudantes e representantes de instituições e prestadores de serviço, que contribuíram com seus saberes e suas percepções sobre o saneamento de Tapes. Este contato provocou a reflexão e o debate acerca da organização do território, a importância dos investimentos em infraestrutura, as implicações na mobilidade urbana durante as obras de infraestrutura e os benefícios futuros quanto à balneabilidade na Lagoa dos Patos. Espera-se, contudo, a continuidade deste projeto, na complementação, aprimoramento e na atualização dos dados, enquanto estes possam ser norteadores de novos estudos. A aplicação desta metodologia pode ser replicada em outros estudos, pois a falta de disponibilidade de dados abertos a nível local ainda é realidade em muitos municípios de pequeno porte.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Saúde e saneamento em comunidades indígenas gaúchas na relação com o meio ambiente: estudo de casos</title>
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<name>Cesar, Jaqueline Vencato</name>
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<updated>2026-04-27T04:22:33Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Saúde e saneamento em comunidades indígenas gaúchas na relação com o meio ambiente: estudo de casos
Cesar, Jaqueline Vencato
Partindo do princípio de que a Saúde Indígena está profundamente ligada à preservação ambiental e às práticas culturais tradicionais que moldam o bem-estar coletivo, procurou-se entender esta situação em comunidades gaúchas. Esses povos dependem diretamente dos recursos naturais — como rios, florestas e plantas medicinais — para alimentação, tratamentos terapêuticos e rituais de cura. A expansão agrícola, o uso intensivo de agrotóxicos e o desmatamento têm impactado negativamente esses territórios, prejudicando a qualidade da água e a disponibilidade de espécies nativas fundamentais. A perda ambiental também afeta o equilíbrio espiritual, parte essencial da concepção indígena de saúde e a dificuldade de acesso a serviços públicos adequados limita diagnósticos precoces e ações de prevenção. Seguindo a proposta de Ecossanitarismo, neste estudo visitou-se várias comunidades indígenas da etnia Mbyá Guarani para rodas de conversa sobre Saúde e Saneamento. Os territórios são demarcados ou estão em retomadas. Observou-se que as condições territoriais influenciam diretamente o acesso aos recursos naturais, à infraestrutura básica e à continuidade das práticas culturais. As propostas preliminares de mitigação destacam-se o fortalecimento da proteção e regularização territorial, a implementação de ações de saneamento básico, o monitoramento ambiental participativo, o apoio à agricultura sustentável e o aprimoramento da atenção à saúde indígena, articulando saberes tradicionais e políticas públicas. Conclui-se que promover saúde nas comunidades indígenas gaúchas requer integrar saberes tradicionais com políticas públicas ambientalmente sustentáveis. A proteção territorial, a educação ambiental e a valorização das práticas culturais são pilares para reduzir vulnerabilidades e fortalecer a autonomia comunitária. Assim, saúde e meio ambiente se apresentam de forma indivisível, refletindo a cosmovisão indígena e a necessidade de ações intersetoriais.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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