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<title>Trabalhos de Conclusão (TCC) de Graduação: Monografia</title>
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<title>Gestão pesqueira com base ecossistêmica na Laguna Tramandaí, Rio Grande do Sul</title>
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<description>Gestão pesqueira com base ecossistêmica na Laguna Tramandaí, Rio Grande do Sul
Menger, Keila Rezer
No sul do Brasil, na Barra do Rio Tramandaí, ocorre uma relação muito singular no
mundo, a pesca cooperativa entre os botos-de-Lahille Tursiops gephyreus Lahille,
1908 e os pescadores, que visam a captura de tainhas. Outra atividade bastante
peculiar dessa região é a pesca do bagre, com o sistema de balizas, que funciona a partir de redes de espera denominadas pelas pescadoras e pescadores locais de "feiticeira". Na laguna Tramandaí, devido ao grande número de pescadores foi estabelecido legalmente um sistema de rodízio de balizas, criado pelos próprios
pescadores como uma ferramenta de gestão pesqueira e democratização dos recursos. A partir deste cenário, é importante promover a migração do modelo atual de gestão para um que adote uma abordagem ecossistêmica, pois os pescadores
artesanais e os produtos que eles exploram demandam um ambiente íntegro, assim como acesso às áreas de pesca e áreas em terra para sua reprodução social. Dessa forma, considerando os serviços ecossistêmicos e os estoques de capital natural fundamentais para o funcionamento do sistema de suporte de vida na terra, torna-se
necessário descrever e valorar esses serviços associando-os com os Objetivos do
Desenvolvimento Sustentável. Para isso, no presente trabalho foi utilizado como
estudo de caso as áreas das atividades da pesca cooperativa e da pesca de baliza, que ocorrem na Laguna Tramandaí, local onde existem diversos desafios e oportunidades para serem explorados. A área de estudo foi descrita detalhadamente
e foi seguido um esquema de roteiro metodológico e agrupado em cinco etapas, afim de identificar e mapear os ecossistemas, identificar e valorar os serviços ecossistêmicos e integrar a políticas públicas, sempre adaptando a realidade do
presente estudo. A pesca cooperativa é cercada por diversos serviços ecossistêmicos fundamentais aos municípios de Imbé e Tramandaí e ao litoral norte do RS, sendo uma área de extrema importância e que requer um plano de gestão referente ao
cenário atual. Ao usar uma estrutura de serviços ecossistêmicos, foi possível focar nos benefícios que a natureza provê aos seres humanos, e a importância cultural da pesca cooperativa. Na área onde ocorre a pesca de baliza os serviços com maior significância são os de regulação e suporte identificados na região de marisma, a qual
serve como refúgio e berçário para diversas espécies de pescados e aves, e colabora
para a manutenção do entorno saudável e o controle do estoque de sedimento. Também, foi elaborado um quadro síntese, baseado do Projeto ORLA, com propostas de ações e medidas para mitigar as problemáticas da área de estudo, e para facilitar
a compreensão, a orla foi subdividida em oceânica, estuarina e lagunar urbanizada e não urbanizada, associando e justificando com os ODS, o que pode contribuir para a elaboração de um Plano de Gestão Pesqueira para os municípios. Com o presente
estudo, foi possível aprofundar o conhecimento através da identificação e valoração qualitativa dos serviços ecossistêmicos da área da pesca cooperativa e da pesca de baliza do bagre na laguna Tramandaí, e possivelmente auxiliar como uma ferramenta para a gestão pesqueira local.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2232">
<title>Gestão costeira e comunidades tradicionais: territórios, direitos e conflitos – Comunidade Quilombola de Morro Alto, Litoral Norte, Rio Grande do Sul – Brasil</title>
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<description>Gestão costeira e comunidades tradicionais: territórios, direitos e conflitos – Comunidade Quilombola de Morro Alto, Litoral Norte, Rio Grande do Sul – Brasil
Lopes, Nina Gabriela Müller
O direito à terra no Brasil é dado de maneira desigual e as expropriações ocorrem em diversos territórios. Com a histórica e atual grilagem de terras, os acúmulos territoriais permanecem nas mãos de fazendeiros e latifundiários e a propriedade privada da terra se estabelece como mecanismo de poder e controle social. Os problemas estruturais das populações negras são reflexos de uma sociedade fundada sobre o escravismo e desmantelamento de muitas comunidades tradicionais. Comunidades indígenas e quilombolas sofrem com o genocídio e com a perda dos seus territórios. A Comunidade Quilombola de Morro Alto se estabelece como exemplo de luta e perseverança na busca da titulação do seu território localizado entre os municípios de Maquiné e Osorio, no Litoral Norte de Rio Grande do Sul. Os quilombolas de Morro Alto trazem com si o saber ancestral africano. E sua organização política é fortalecida pelas reuniões na Associação Comunitária Rosa Osório Marques. Devido a extensão do seu território sofre com a alta especulação imobiliária e com as estratégias de “negociação” de partes do seu território. As especulações, a extração mineral e a construção de rodovias, aceleram os níveis de degradação do espaço e fazem com que o território sofra com as expropriações territoriais. A gestão costeira tem participação política nas propostas de alterações e transformações espaciais e na defesa da vida. E traz o debate a respeito do direito ao território e a importância dos povos, a fim de frear os processos de degradação da natureza, dos ecossistemas e aplicabilidade das medidas compensatórias e mitigatórias.
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<title>Ictiofauna nas áreas rasas da lagoa Capivari, litoral médio do Rio Grande do Sul, Brasil</title>
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<description>Ictiofauna nas áreas rasas da lagoa Capivari, litoral médio do Rio Grande do Sul, Brasil
Lago, Maria Alexandra Borges
O presente trabalho foi realizado no Município de Capivari do sul, na Lagoa Capivari, Litoral Médio do Rio Grande do Sul, entre agosto de 2019 a julho de 2020, coordenadas geográficas 30,20780 S de latitude, 50, 53031 W de longitude. O objetivo geral da pesquisa foi descrever a assembleia de peixes das áreas rasas da Lagoa Capivari quanto à composição e abundância de espécies ao longo das estações do ano e elaborar uma cartilha, destinada especialmente às crianças das escolas do Município de Capivari do Sul, onde sejam apresentadas informações preliminares sobre a biologia e a ecologia das espécies coletadas neste ambiente. Para as coletas foi utilizado rede de arrasto de praia tipo picaré (20m de comprimento por 1,90 m de altura, malha 5 mm entre nós opostos). Os arrastos foram realizados num ponto único por 400 metros junto à margem. Utilizou-se também o apetrecho covo (95 cm de diâmetro) que foram posicionados nos dois extremos da área de arrasto por um período de 50 minutos. Foram capturadas 22 espécies de peixes pertencentes a 7 ordens e 12 famílias, sendo as ordens Siluriformes e Characiformes as mais expressivas. Apenas duas espécies frequentes e abundantes: Psalidodon fasciatus e Diapoma alburnum. Cabe destacar ainda, que Lycengraulis grossidens (MF), Platanichthys platana (F) e Micropogonias furnieri (R) são espécies estuarinas, cuja ocorrência no local é determinada por condições meteorológicas e de circulação variadas. A captura por unidade de esforço (CPUE) foi maior no verão 2020, período onde foram registradas as maiores temperaturas da água. A menor captura foi registrada no inverno 2020, onde as condições meteorológicas e climáticas foram extremas. O conhecimento das espécies de peixes que ocorrem na Lagoa Capivari possibilitou, além de agregar dados que permitem aprofundar o conhecimento da biota da Bacia Hidrográfica da Laguna dos Patos, permitindo ainda a confecção de uma cartilha para ser entregue/trabalhada com alunos do Ensino Fundamental do município de Capivari, com vista à Educação Ambiental e a preservação de espécies.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1701">
<title>Diagnóstico do gerenciamento de resíduos da construção civil do município de Tramandaí/RS</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1701</link>
<description>Diagnóstico do gerenciamento de resíduos da construção civil do município de Tramandaí/RS
Nemitz, Lorie Barbo
No litoral norte do Rio Grande do Sul, a expansão das áreas urbanas leva a construção de novas edificações, que tem gerado um grande aumento de resíduos oriundos de atividades de construção e demolição. Estes resíduos precisam ser armazenados, transportados e destinados para os locais corretos, conforme determina a Resolução do CONAMA nº 307 de 2002, que estabelece as diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos Resíduos da Construção Civil - RCC. O presente trabalho teve como objetivo diagnosticar a geração de resíduos da construção civil do município de Tramandaí/RS, a fim de identificar suas potencialidades e fragilidades, para que se possa obter dados relevantes para o melhoramento deste gerenciamento. Para isto, analisou-se os Programas e Planos de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil – PGRCC, que foram protocolados na prefeitura municipal de Tramandaí, de setembro de 2018 a setembro de 2019, coletando dados sobre a tipologia e média volumétrica de cada resíduo. Foram analisados 118 PGRCC, onde verificou-se que 80% dos resíduos foram quantificados como Classe A e 20% como Classe B; resíduos Classe C e D não foram quantificados. Este resultado confirma a necessidade de instrumentos para a logística sustentável destes resíduos, pois 100% dos resíduos descritos nos Programas e Planos eram passíveis de reaproveitamento e reciclagem.
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