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<title>Trabalhos de conclusão de cursos de Especialização (Pós-Graduação Lato Sensu): Monografias</title>
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<dc:date>2026-04-23T19:30:17Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4084">
<title>Levantamento de macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores de qualidade da água nas lagoas do Marcelino e Peixoto do município de Osório/RS</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4084</link>
<description>Levantamento de macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores de qualidade da água nas lagoas do Marcelino e Peixoto do município de Osório/RS
Araújo, Juliani Silva de
O presente estudo realizou o levantamento de Macroinvertebrados nas lagoas do Marcelino e Peixoto, situadas no município de Osório/Rio Grande do Sul, objetivando, através dos macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores, por meio de suas respostas às diferentes fontes de contaminação, identificando as ordens dos organismos coletados, e utilizando-os como indicadores da qualidade da água das Lagoas do Marcelino e Peixoto. Analisando as diferentes Ordens encontradas, de acordo com as diferentes características de efeito antrópicos a estas lagoas, contribuindo para a avaliação da qualidade da água nestes locais. Utilizando-se da metodologia de amostragem através de coletas in situ, efetuadas no mês de março, estação meteorológica definida como verão, utilizou-se de rede Entomológica também denominada Puçá, para realização das coletas. Os resultados obtidos apresentaram um diagnóstico das condições ecológicas dos oito pontos amostrais, sendo coletados 105 amostras, apresentando diferentes filos: filo ARTHROPODA, representados pelas classes ARACHNIDA, MALACOSTRACA, INSECTA, GASTROPODA, BIVALVIA, apresentando as ordens ARANEAE, OPILIONES, AMPHIPODA, ODONATA, MESOGASTROPODA, EPHEMEROPTERA, MYTILLOIDA , DÍPTERA. Ainda foram coletados nas amostras representantes do filo CHORDATA, classe ACTINOPTERYGII e ordem dos CYPRINODONTIFORMES. Os resultados demonstraram que o macroinvertebrados apresentam-se como boa ferramenta para o Biomonitoramento das áreas, apontando uma má qualidade da água na Lagoa do Marcelino e uma boa qualidade de água na lagoa do Peixoto, todavia estudos com longo prazo devem ser levamos em consideração.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4083">
<title>Levantamento de macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores de qualidade da água nas lagoas do Marcelino e Peixoto do município de Osório/RS</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4083</link>
<description>Levantamento de macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores de qualidade da água nas lagoas do Marcelino e Peixoto do município de Osório/RS
Araújo, Juliani Silva de
O presente estudo realizou o levantamento de Macroinvertebrados nas lagoas do Marcelino e Peixoto, situadas no município de Osório/Rio Grande do Sul, objetivando, através dos macroinvertebrados aquáticos como bioindicadores, por meio de suas respostas às diferentes fontes de contaminação, identificando as ordens dos organismos coletados, e utilizando-os como indicadores da qualidade da água das Lagoas do Marcelino e Peixoto. Analisando as diferentes Ordens encontradas, de acordo com as diferentes características de efeito antrópicos a estas lagoas, contribuindo para a avaliação da qualidade da água nestes locais. Utilizando-se da metodologia de amostragem através de coletas in situ, efetuadas no mês de março, estação meteorológica definida como verão, utilizou-se de rede Entomológica também denominada Puçá, para realização das coletas. Os resultados obtidos apresentaram um diagnóstico das condições ecológicas dos oito pontos amostrais, sendo coletados 105 amostras, apresentando diferentes filos: filo ARTHROPODA, representados pelas classes ARACHNIDA, MALACOSTRACA, INSECTA, GASTROPODA, BIVALVIA, apresentando as ordens ARANEAE, OPILIONES, AMPHIPODA, ODONATA, MESOGASTROPODA, EPHEMEROPTERA, MYTILLOIDA , DÍPTERA. Ainda foram coletados nas amostras representantes do filo CHORDATA, classe ACTINOPTERYGII e ordem dos CYPRINODONTIFORMES. Os resultados demonstraram que o macroinvertebrados apresentam-se como boa ferramenta para o Biomonitoramento das áreas, apontando uma má qualidade da água na Lagoa do Marcelino e uma boa qualidade de água na lagoa do Peixoto, todavia estudos com longo prazo devem ser levamos em consideração.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4064">
<title>Meio ambiente, educação ambiental, povos indígenas: vida</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4064</link>
<description>Meio ambiente, educação ambiental, povos indígenas: vida
Jesus, Michele Alves de
O presente trabalho teve como objetivo, pesquisar e refletir sobre artigos acadêmicos,
Leis e decretos ambientais, bem como da educação que tratam da educação indígena
e do Meio Ambiente. A primeira parte do estudo apresenta uma revisão bibliográfica
documental sobre as Leis Ambientais no Brasil, e da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação LDB 9394/96 e dos Parâmetros Curriculares Nacionais PCN´S e Base
Comum Curricular (BNCC), tendo como foco o tema proposto para Educação
Ambiental. A segunda etapa do estudo consiste no resumo de artigos acadêmicos
sobre o Meio Ambiente e educação indígena. A metodologia utilizada para a pesquisa
do tema ocorreu através de revisão bibliográfica em artigos acadêmicos Legislação e
Decretos Ambientais e do campo educacional. Os resultados obtidos a partir do
trabalho revelam que é necessário o estudo sobre o Meio Ambiente na educação
formal ou não formal. Neste sentido, o papel dos professores se mostra de suma
importância para transformação de atitudes que assumam com valores de
sustentabilidade, e de criticidade em relação as questões ambientais e sociedade,
como parte de um processo coletivo.
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<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4014">
<title>A percepção dos pecuaristas familiares da zona costeira do Rio Grande Sul sobre os impactos das mudanças climáticas no Bioma Pampa brasileiro</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4014</link>
<description>A percepção dos pecuaristas familiares da zona costeira do Rio Grande Sul sobre os impactos das mudanças climáticas no Bioma Pampa brasileiro
Prates, Bruno Cardoso
Esta monografia explorou as percepções dos pecuaristas familiares do Bioma Pampa, na Zona
Costeira do Rio Grande do Sul, frente aos impactos das mudanças climáticas e suas implicações na
atividade da produção pecuária. A região abriga os "Campos Litorâneos" (Formações Pioneiras) do
Pampa, onde a pecuária extensiva é crucial para a preservação da biodiversidade, mas sofre forte
pressão do avanço urbano e das monoculturas. O estudo adotou um delineamento de pesquisa
qualitativa, de natureza exploratória e interpretativa. A coleta de dados primários ocorreu entre maio
e julho de 2025, por meio de um formulário eletrônico (Google Forms) contendo um roteiro de
questões semiestruturadas, aplicado a 20 pecuaristas familiares selecionados por amostragem
intencional. A análise dos dados utilizou uma abordagem mista, combinando a análise estatística
descritiva (para quantificar frequência de respostas) e a análise de conteúdo na modalidade temática,
para interpretar os núcleos de sentido. A pesquisa revelou que os produtores percebem as alterações
nos padrões climáticos como um fator real e presente, que já causa prejuízos econômicos, sobretudo
em decorrência da intensificação de eventos extremos, destacando-se as secas. Essa percepção
unânime entre os entrevistados configura uma ameaça constante à sustentabilidade da pecuária
familiar, a qual é reforçada pelo aumento dos problemas sanitários do rebanho, bem como pelos
impactos ambientais, como o aumento de espécies exóticas invasoras. A ampliação e qualificação
da assistência técnica e extensão rural, com foco nas mudanças climáticas, é uma carência apontada
que deve ser suprida para fortalecer a resiliência dos pecuaristas. Em suma, a percepção majoritária
de um futuro desafiador reforça a necessidade de um diálogo fortalecido entre a comunidade
acadêmica, o setor público, privado, organizações da sociedade civil e as comunidades produtoras
para a construção coletiva de caminhos adaptativos.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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