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<title>Ciência e Tecnologia de Alimentos (Bacharelado)</title>
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<dc:date>2026-04-14T22:49:53Z</dc:date>
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<title>Avaliação do efeito de rotulagem com alegações sobre o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de chocolates</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3792</link>
<description>Avaliação do efeito de rotulagem com alegações sobre o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de chocolates
Berá, Eduarda
Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade físico-química, microbiológica e 
de rotulagem de nove marcas de natas comercializadas na cidade de Lajeado, RS. As 
amostras foram analisadas quanto aos teores de gordura, acidez, pH e presença de 
peróxido, bem como, submetidas a testes microbiológicos para detecção de 
microrganismos indicadores e patogênicos. Os resultados revelaram que sete das 
nove amostras estavam em conformidade com os padrões estabelecidos pela 
legislação vigente, enquanto duas apresentaram não conformidades relevantes, como 
teor de gordura abaixo do mínimo exigido, presença de peróxidos e elevada contagem 
de microrganismos mesófilos. A análise da rotulagem evidenciou que todas as 
amostras excederam o limite de gordura saturada, que para tanto, exige a presença 
da lupa de advertência “ALTO EM GORDURA SATURADA", sendo que uma delas 
não apresentou o selo obrigatório. Esses achados reforçam a importância da 
aplicação rigorosa das Boas Práticas de Fabricação e da fiscalização sanitária, 
visando garantir a segurança e a padronização dos produtos lácteos ofertados aos 
consumidores.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3782">
<title>Avaliação do efeito de rotulagem com alegações sobre o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de chocolates</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3782</link>
<description>Avaliação do efeito de rotulagem com alegações sobre o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de chocolates
Chaves, Alexandre Antonio
Chocolate é um dos produtos mais populares do mundo e o desenvolvimento desses
produtos se mostra um desafio para a diferenciação de uma empresa no mercado. O
uso de inteligência artificial é uma grande tendência em todas as áreas, porém ainda
é um recurso pouco explorado na área de alimentos. Utilizar alegações por meio de
logotipos e logomarcas no rótulo frontal de alimentos é uma prática eficiente para a
interlocução entre empresas e consumidores, sendo uma ferramenta importante para
avaliar como o consumidor percebe e reage a inovações utilizadas no
desenvolvimento de produtos. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar o efeito da
alegação do uso de inteligência artificial no desenvolvimento de chocolates por parte
de consumidores brasileiros. A pesquisa foi realizada com 107 participantes, os quais
avaliaram seis embalagens fictícias de chocolates, variando entre chocolates
tradicionais, com açaí e nibs caramel flor sal e pimenta, com ou sem a alegação
"desenvolvido por inteligência artificial". Foram mensuradas a aceitação global,
percepção de saudabilidade, sustentabilidade, nível de processamento e emoções
evocadas, complementadas pela técnica projetiva de associação de palavras. Os
resultados indicaram que a menção ao uso de IA na rotulagem não alterou
significativamente a aceitação dos chocolates, salvo em combinações de sabores
mais ousados, nas quais houve menor aceitação. Também não foram observadas
diferenças relevantes na percepção de saudabilidade, sustentabilidade e
industrialização, com destaque positivo para os produtos com ingredientes
amazônicos. Em relação às emoções evocadas, a maioria não sofreu variação,
embora sentimentos positivos tenham sido menos associados aos produtos com IA,
enquanto algumas emoções negativas apresentaram maior frequência. Assim, a
menção à IA não impactou substancialmente a aceitação, mas pode influenciar
algumas reações emocionais, indicando a necessidade de estudos futuros.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3119">
<title>Aplicação de boas práticas em refeitório de uma empresa de grande porte no Vale dos Sinos como método de prevenção de doenças transmitidas por alimentos</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3119</link>
<description>Aplicação de boas práticas em refeitório de uma empresa de grande porte no Vale dos Sinos como método de prevenção de doenças transmitidas por alimentos
Dieter, Laura Maldaner
As doenças transmitidas por alimentos (DTAs) são um problema de saúde pública
significativo em todo o mundo, afetando milhões de pessoas a cada ano. Os restaurantes
empresariais possuem um papel essencial no fornecimento de alimentação para muitas
pessoas todos os dias, tornando-se um ambiente propício para a disseminação de DTAs.
Além dos riscos para a saúde, a ocorrência de surtos em tais estabelecimentos pode ter
um impacto expressivo na produtividade dos trabalhadores e, consequentemente, nos
resultados da empresa. A implementação de Boas Práticas de Alimentação (BPF) é
essencial para minimizar o risco de contaminação alimentar, principalmente em
estabelecimentos que servem muitas pessoas. O presente trabalho teve como objetivo
avaliar se uma empresa de grande porte localizada no Vale dos Sinos, Rio Grande do
Sul, segue as Boas Práticas regulamentadoras estabelecidas pela Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (ANVISA) e Secretaria de Saúde do estado do Rio Grande do Sul, a
fim de garantir a qualidade dos alimentos produzidos e ofertados aos seus funcionários,
minimizando riscos de DTAs. Para a coleta de dados, a lista de verificação em Boas
Práticas para Serviços de Alimentação da Portaria Nº 78 de 30 de janeiro de 2009 da
Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul foi aplicada com o auxílio da
nutricionista responsável pelo refeitório e pelo assistente de nutrição. 152 pontos de
verificação divididos em 12 categorias foram avaliados a partir de 3 critérios: Sim, Não,
Não Aplicável (NA*). O estudo revelou que o restaurante empresarial alcançou uma
conformidade de 96% com os requisitos da Portaria nº 78 de 2009, enquadrando-se no
Grupo 1 segundo a RDC nº 275 de 2002. As categorias individuais demonstraram bom
desempenho, com 11 delas classificadas no Grupo 1, sendo 8 com 100% de adequação.
No entanto, uma categoria obteve uma taxa de 71% de conformidade, sendo enquadrada
no Grupo 2. Os critérios avaliados como “não conformes” foram transcritos e
apresentados para os responsáveis, de modo a proporcionar um planejamento de ações
corretivas.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3110">
<title>Desenvolvimento de bolo à base de casca de banana e análise Sensorial com consumidor</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3110</link>
<description>Desenvolvimento de bolo à base de casca de banana e análise Sensorial com consumidor
Zandanotto, Caroline
O desperdício de alimentos representa um grande desafio global, pois resulta na
geração significativa de resíduos orgânicos e acarreta impactos nos âmbitos
ambiental, social e econômico. As frutas e vegetais são alguns exemplos de que suas
cascas são descartadas, embora contenham concentrações significativas de
nutrientes essenciais para o ser humano. Dessa forma, as pessoas buscam ações
sustentáveis para diminuir essa perda, sendo o aproveitamento integral uma das
medidas mais executadas, onde o alimento é utilizado em sua totalidade. Levando em
conta esses aspectos, o objetivo desse trabalho foi utilizar a banana integralmente em
uma formulação de bolo e analisar através de análise sensorial com consumidor, a
aceitação, a saudabilidade, a sustentabilidade, a inovatividade e as emoções
evocadas ao consumirem as três amostras (bolo com banana, bolo com casca de
banana e bolo com farinha de casca de banana), comparando o efeito da informação
do produto. Os resultados obtidos neste trabalho indicam que não houve diferença
significativa (p&lt;0,05) na aceitação das amostras, a saudabilidade e sustentabilidade
aumentou quando foi informado da adição de casca de banana no bolo e os
voluntários constataram as três amostras como inovadoras. As emoções evocadas
que tiveram diferença significativa (p&gt;0,05) entre as amostras foram “alegre”,
“ansioso”, “bem-humorado” e “divertido”. Concluindo assim, que o uso de partes não
convencionais em receitas tradicionais pode ser uma possibilidade para diminuir o
desperdício alimentar, além de serem uma ótima fonte alternativa de nutrientes para
as pessoas.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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