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<title>Unidade Universitária Novo Hamburgo</title>
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<title>Avaliação da produção de biossurfactante por Bacillus amyloliquefaciens P5 E Bacillus megaterium DSMZ 32 a partir do soro de queijo</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3044</link>
<description>Avaliação da produção de biossurfactante por Bacillus amyloliquefaciens P5 E Bacillus megaterium DSMZ 32 a partir do soro de queijo
Tech, Bárbara Iegli
Biossurfactantes são substâncias com propriedades emulsificantes e detergentes que têm potencial de aplicação em diversas áreas. Estas biomoléculas apresentam muitas vantagens frente aos surfactantes quimicamente sintetizados. No entanto, o alto preço de sua produção afeta o uso dessas substâncias orgânicas. Uma possibilidade para a redução do custo produtivo é a utilização de fontes alternativas de nutrientes, como subprodutos agrícolas sem destino. O soro de queijo é rico em nutrientes, e sua alta carga orgânica lhe confere potencial uso como substrato. O presente trabalho teve por objetivo utilizar o soro oriundo da fabricação de queijo como substrato na produção de biossurfactante a partir de Bacillus amyloliquefaciens P5 e Bacillus megaterium DSMZ 32. Estes micro-organismos foram cultivados no meio teste Caldo Soro de Queijo (CSQ) e no meio controle comercial Brain Heart Infusion (BHI). Foram variadas a temperatura de incubação do pré-inóculo e inóculo em três condições diferentes (30 °C e 30 °C; 30 °C e 42 °C; 37 °C e 42 °C, respectivamente), e o meio com células e o sobrenadante livre de células obtidos ao fim de cada condição foram analisados. A produção de biossurfactante foi avaliada através de três métodos: a) Índice de Emulsificação (E24), que resultou em 67,3% de emulsificação no meio teste CSQ com cultivo de Bacillus megaterium DSMZ 32 com Éter de Petróleo, e 61,1% de emulsificação com Bacillus amyloliquefaciens P5 em solução com Hexano; b) Análise Tensiométrica com tensiômetro digital, que indicou redução discreta na tensão superficial de 83% das amostras, demonstrando melhores resultados em porcentagem de redução para Bacillus amyloliquefaciens P5 em meio CSQ (39%) e em meio BHI (19,5%) e c) Atividade Hemolítica, que apresentou hemólise positiva para todas as amostras de sobrenadantes e do meio contendo células. Os resultados permitiram garantir a produção de biossurfactante pelos dois micro-organismos testados (Bacillus amyloliquefaciens P5 e Bacillus megaterium DSMZ 32) a partir do meio Caldo Soro de Queijo.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1713">
<title>Uso de ferramentas de gestão da qualidade na produção de cerveja em microcervejaria em Porto Alegre</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1713</link>
<description>Uso de ferramentas de gestão da qualidade na produção de cerveja em microcervejaria em Porto Alegre
Santos, Rafael Barreto
A indústria cervejeira no Brasil possui grande expressividade, ocupando a terceira posição como maior produtor do mundo, com uma produção de 14 bilhões de litros por ano. Atualmente é a bebida alcoólica mais consumida no país. O movimento de cervejarias artesanais tem ganhado espaço no setor cervejeiro brasileiro, sendo que os adeptos desse movimento buscam novamente a volta da variedade de estilos históricos e culturais, porem sempre visando a qualidade da bebida em aspectos de matéria prima, microbiológica, coloidal e sensorial. Assim, a qualidade do produto está ligada diretamente aos aspectos microbiológicos da cerveja e os aspectos físico-químicos, os quais devem ser acompanhados durante todo o processo de fabricação. A gestão da qualidade é uma ferramenta utilizada para assegurar um produto de alta qualidade, servindo para reduzir e otimizar o processo de produção. A proposta desse trabalho é o uso de ferramentas de gestão qualidade para avaliar e acompanhar os riscos de contaminação microbiológica durante o processo de fabricação da cerveja em uma microcervejaria. A metodologia contou com a utilização da ferramenta de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), para identificação de pontos de contaminação dentro do processo de fabricação, e a formulação de um indicador de desempenho microbiológico, a partir das análises de contaminação dos principais pontos encontrados. Os resultados a partir das análises do APPCC mostrou a necessidade de revisão do manual de Boas Práticas de Fabricação da indústria. Além disso, o indicador de desempenho mostrou que ao logo do período ocorreu redução da taxa de contaminação dentro do processo. As medidas de correções dos pontos críticos foram definidas para algumas etapas e mais análises de contaminações foram incluídas para tornar o indicador mais robusto.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Biossorção de cromo hexavalente em biomassa inativa de microalgas (chlorella sorokiniana)</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1689</link>
<description>Biossorção de cromo hexavalente em biomassa inativa de microalgas (chlorella sorokiniana)
Dias, Guilherme Igor
A poluição ambiental decorrente da disposição de metais pesados em efluentes industriais é capaz de acarretar inúmeros danos biológicos. Dentre eles, o cromo hexavalente (Cr(VI)), oriundo principalmente de banhos de galvanoplastias e do tratamento de couro em curtumes, pode representar um grande problema ambiental, uma vez que é reconhecidamente um composto carcinogênico. Partindo disto, o presente estudo buscou estudar a viabilidade da aplicação de biomassa inativa de microalgas Chlorella sorokiniana na biorremediação deste metal pesado, sem efetuar nenhum tipo de pré-tratamento na biomassa. A metodologia utilizada foi baseada em coletas de amostras após tempos determinados de interação, sendo a concentração residual de Cr(VI) obtida por meio do método colorimétrico da 1,5-difenilcarbazida. Os resultados demonstraram uma capacidade máxima de remoção de Cr(VI) igual a 38% para uma concentração inicial de biomassa de 10 g.L-1 , agitação de 170 RPM e temperatura de 21 ºC, correspondendo a uma biossorção de 0,055 mg de Cr(VI) por g de biomassa, sendo o equilíbrio atingido após 100 min de interação. Os resultados demonstraram uma possível aplicação frente a remoção de baixas concentrações do metal, principalmente pelo fato de que a biomassa foi utilizada sem nenhum tipo de pré tratamento, e as condições necessárias para as porcentagens máximas de remoção são de baixo gasto energético.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Viabilidade econômica de um sistema de energia solar fotovoltaico: estudo de caso de uma residência unifamiliar em Novo Hamburgo</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1628</link>
<description>Viabilidade econômica de um sistema de energia solar fotovoltaico: estudo de caso de uma residência unifamiliar em Novo Hamburgo
Freitas, Anelise Pittela de
O propósito deste trabalho é analisar o potencial e as especificações do projeto de geração baseadas em módulos fotovoltaicos instalados em uma residência com ligação a rede elétrica convencional na cidade de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, analisando as discrepâncias dos valores de geração planejado e real. A população mundial tem crescido progressivamente nos últimos anos, resultando em um consumo maior de combustíveis e energia elétrica. Com o crescimento dos níveis de emissão de dióxido de carbono e o esgotamento das reservas energéticas devido ao uso predominante das fontes de origem fóssil na sociedade atual, a busca por projetos denominados eco-friendly tem se intensificado, e a utilização de fontes de energias alternativas vem ganhando espaço no mercado, como a energia solar. O aproveitamento de energia solar fotovoltaica tem evoluído vigorosamente no mundo. As principais causas deste desenvolvimento são o amadurecimento da tecnologia aliada com maior conscientização ambiental da população e a queda de preço devido a incentivos fiscais e políticos. No Brasil, além da energia solar ter se mostrado bastante rentável, ela surge como uma alternativa à geração a partir de grandes usinas hidroelétricas, que têm sido muito contestadas nos últimos anos em função dos problemas socioambientais que as mesmas geram. Este trabalho apresenta aplicações de energia solar, a partir de um projeto fotovoltaico conectado à rede de distribuição de energia elétrica, e visa estudar o investimento, bem como as variáveis de viabilidade econômica da aplicação de painéis solares em uma residência unifamiliar que utiliza em média 340 kWh mensal, localizada no município de Novo Hamburgo, RS. Os índices financeiros, como Valor Presente Líquido, Taxa Interna de Retorno e Índice de Lucratividade, são calculados neste trabalho e apontam a viabilidade do investimento, porém os valores encontrados neste trabalho têm uma variação de aproximadamente 50% do planejamento de atratividade feito pela empresa da instalação. O payback proposto pela empresa contratada era de 4 anos e 2 meses, enquanto o estimado neste projeto é de 8 anos e 8 meses. Já o lucro planejado no período de 20 anos era de aproximadamente R$ 170.000, e o estimado neste trabalho foi de R$ 80.000. Conclui-se que mesmo que o projeto solar fotovoltaico do estudo de caso seja financeiramente viável, ele não é atrativo frente ao que foi proposto pela empresa contratada.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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