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<title>Trabalhos de conclusão de cursos de Especialização (Pós-Graduação Lato Sensu): Artigos Científicos</title>
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<dc:date>2026-04-24T03:39:02Z</dc:date>
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<title>Estratégias pedagógicas para alunos não verbais: um estudo na APAE</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3778</link>
<description>Estratégias pedagógicas para alunos não verbais: um estudo na APAE
Vargas, Ariéli Franco
A presente investigação concentra-se em um estudo de caso realizado na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), localizada no município de Alegrete, Rio Grande do Sul, Brasil, no ano de 2024. O objetivo da pesquisa foi investigar quais estratégias de ensino são utilizadas pelos professores para aprimorar a aprendizagem de crianças não verbais, além de verificar quais recursos alternativos de comunicação são utilizados pelos docentes. O impacto da ausência da fala no processo de aprendizagem das crianças e os tipos de deficiências que afetam mais na comunicação são discutidos na análise. Para tanto, foi realizada uma pesquisa de campo, através de observações do local, dos participantes da pesquisa, entrevista com pais, professores e a direção da instituição são pontos fundamentais da investigação que apresentamos. Participaram da pesquisa um total de 3 participantes, com idades entre 9 e 11 anos, sendo dois do sexo masculino e um do sexo feminino. Destacamos que dois possuem Transtorno do Espectro Autista (Nível 3) e um Paralisia Cerebral (PC). A partir disso, constatou-se que a socialização, o esporte, a atividade física, a música, são algumas estratégias pedagógicas. Conhecer o perfil do aluno é um passo essencial, além de manter o contato com a família/responsáveis por estes. O cuidado, amor e atenção em trabalhar para o sucesso da autonomia, seja em sociedade como também em atividades da vida diária, como um direito a qualquer cidadão.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Aprendizagem de alunos com baixa visão e cegueira: na experiência profissional de docentes do AEE</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3766</link>
<description>Aprendizagem de alunos com baixa visão e cegueira: na experiência profissional de docentes do AEE
Leal, Aline Belmonte
Este trabalho busca compreender como ocorre o processo de aprendizagem de alunos com Baixa Visão e Cegueira a partir das vivências de profissionais no âmbito do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Para tanto, foi realizada uma pesquisa, a partir das experiências vivenciadas e relatadas por dois professores que atuam no Atendimento Educacional Especializado de dois municípios de pequeno porte do Rio Grande do Sul. O estudo questionou como se dá o processo de aprendizagem de estudantes com Baixa Visão e Cegueira, a partir da experiência profissional de docentes do AEE das redes de ensino pública e privada. Como contextualização legal, o estudo traz a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a Lei Brasileira de Inclusão nº 94394 de 1996, a Lei 13.146 de 2015, a Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva de 2008 e as Diretrizes operacionais para o Atendimento Educacional Especializado, pelo Decreto 7611 de 2011. Como embasamento teórico, o estudo se inspirou em Carvalho (2010), Sá, Campos e Silva, (2007); Cazzanelli e Klein (2021); Mendes e Lopes (2021), Silva (2022) e Costa (2023), que problematizam práticas excludentes e pautadas apenas no modelo médico, e argumentam em favor do modelo social de inclusão. Estes autores defendem que a aprendizagem de estudantes com Baixa Visão e Cegueira necessita do olhar e de intervenção qualificada do profissional que atua no AEE e que as estratégias pedagógicas devem considerar as condições visuais dos educandos. O exercício analítico da pesquisa possibilitou organizar a discussão em três eixos temáticos que são: i) estratégias no AEE na atuação de com Baixa Visão e Cegueira; ii) desafios na atuação de estudantes com Baixa Visão e Cegueira; iii) possibilidades na atuação de estudantes com Baixa Visão e Cegueira. Conclui-se que o AEE se constitui um serviço de apoio fundamental para a inclusão dos estudantes com Baixa Visão e Cegueira ao promover as adaptações necessárias à acessibilidade curricular dos estudantes, contudo deve ser um trabalho articulado entre corpo docente e comunidade, levando em conta o potencial de cada aprendente.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Inclusão escolar de alunos da educação infantil com Transtorno do Espectro Autista: uma visão das famílias</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3765</link>
<description>Inclusão escolar de alunos da educação infantil com Transtorno do Espectro Autista: uma visão das famílias
Fagundes, Jéssica Juliane Grisolfi
O presente artigo apresenta os resultados de uma pesquisa bibliográfica realizada na plataforma Google Acadêmico, com o objetivo de identificar os estudos que abordam sobre a visão das famílias de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), matriculados na Educação Infantil, sobre inclusão escolar. O período delimitado para a busca foi no período entre 2020-2024. O estudo buscou responder a seguinte questão: as famílias de alunos da educação infantil com transtorno do espectro autista sentem que seus filhos estão devidamente incluídos no ambiente escolar? Os descritores utilizados para a busca foram “autismo; educação infantil; visão das famílias”. A análise dos dados adotou uma abordagem qualitativa. Como resultados nos embasamos em dois livros que debatem diretamente sobre nossa questão de pesquisa, relatos de duas mães de alunos da educação infantil com TEA sobre a inclusão escolar de seus filhos. Ambas demonstraram em suas falas resultados positivos e esperançosos quanto a inclusão.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O plano educacional individualizado como ferramenta na construção pedagógica no espaço da sala de aula na educação infantil</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3764</link>
<description>O plano educacional individualizado como ferramenta na construção pedagógica no espaço da sala de aula na educação infantil
Schmidt, Angelica Pessoa
O trabalho objetiva reconhecer o Plano Educacional Individualizado na construção pedagógica dos professores de Educação Infantil de crianças de quatro e cinco anos de uma instituição da rede municipal de Alegrete. O PEI emerge da necessidade de que a comunidade escolar precise conhecer dada sua importância. Partiu-se do seguinte questionamento: “Como o PEI pode se constituir uma ferramenta propositiva no trabalho da inclusão com a Educação Infantil? Metodologicamente o trabalho realizou um investimento na bibliografia concernente da temática bem como a legislação brasileira sobre inclusão e sua articulação com o PEI. Foi utilizado como instrumento de levantamento de dados a aplicação de um questionário para quatro professoras de Educação Infantil de uma escola municipal de Alegrete. Considera-se ao final que a feitura do PEI mostra-se como um desafio as docentes, que ainda procuram incorporar as suas práticas, no entanto as docentes da pesquisa ressaltam as dificuldades encontradas pela escola pública e as estruturas necessárias. Tal situação nos remete a pensar que ainda muito precisa ser investido, em estudos e formação sobre a importância do PEI para Educação Inclusiva.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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