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<title>Agronomia (Bacharelado)</title>
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<dc:date>2026-04-03T23:36:38Z</dc:date>
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<title>Ferrugem asiática (Phakopsora Pachyrhizi): uma ameaça ao principal commodity brasileiro</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4078</link>
<description>Ferrugem asiática (Phakopsora Pachyrhizi): uma ameaça ao principal commodity brasileiro
Scheidt, Carlos Alexandre
A ferrugem asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi) é uma das doenças mais agressivas e economicamente impactantes para a cultura da soja no Brasil, capaz de causar perdas de até 90% em condições favoráveis. A escolha do tema justifica-se pela relevância da soja como principal commodity agrícola do país e pela necessidade
constante de estratégias eficazes para o controle da doença. O presente estudo teve como objetivo geral analisar formas de controle da ferrugem asiática, com foco na eficácia comparativa de fungicidas. Como objetivos específicos, buscou-se identificar os métodos de manejo mais utilizados, avaliar a viabilidade do uso de fungicidas como
Blavity, Viovan, Excalia Max, Fox Xpro e Mitrion, e analisar os benefícios específicos do Fox Xpro. O experimento foi conduzido pela empresa Agro Tecno Research, de Passo Fundo, utilizando delineamento em blocos ao acaso com quatro repetições por tratamento. As variáveis observadas incluíram área foliar e severidade da doença,
com análise estatística por ANOVA e teste de Tukey a 5% de significância. Os resultados indicaram que o fungicida Fox Xpro apresentou o melhor desempenho no controle da doença, com menor desfolha e maior preservação da área foliar.
Aplicações preventivas, especialmente no estádio V7, mostraram-se mais eficazes. A discussão dos dados reforça que o manejo integrado, aliado ao monitoramento constante e à escolha adequada do fungicida, é essencial para o sucesso no controle
da ferrugem. Conclui-se que práticas integradas, aliadas a produtos eficazes, garantem maior produtividade e sustentabilidade na cultura da soja.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Comparação física, fisiológica e sanitária entre sementes certificadas e sementes "piratas" da soja</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4073</link>
<description>Comparação física, fisiológica e sanitária entre sementes certificadas e sementes "piratas" da soja
Vizentin, Lucas Victorio
A soja, crucial para a economia global, exige sementes de alta qualidade para garantir uma produção eficiente e sustentável. Enquanto as sementes certificadas são produzidas sob padrões rigorosos de qualidade e garantem pureza genética, vigor e sanidade, as sementes salvas,  frequentemente reutilizadas pelos produtores, podem apresentar deficiências que comprometem a germinação, o vigor das plantas e a resistência a pragas e doenças. Este trabalho investigou a relevância das sementes na produção de soja, com foco na comparação entre sementes certificadas e
sementes salvas ou "piratas" da cultivar 55I57 RSF IPRO (Zeus). A metodologia incluiu a coleta de seis lotes de sementes (dois certificados e quatro salvos), com análise de sua qualidade física, fisiológica e sanitária por meio de testes como peso de mil sementes (PMS), grau de umidade, germinação, vigor, emergência em bandeja e sanidade, utilizando técnicas como o teste de papel germitest e o blotter test para identificação de patógenos. Os dados foram analisados estatisticamente pelo método de agrupamento de médias de Scott-Knott. Os resultados destacaram que as sementes certificadas apresentaram maior vigor (36%), germinação (92,5%) e menor mortalidade (22%), enquanto os lotes salvos demonstraram baixa qualidade, com até
64% de mortalidade e maior presença de patógenos como Aspergillus spp. e Fusarium spp. Os lotes salvos mostraram também menor uniformidade na emergência, comprometendo a eficiência no campo. Conclui-se que as sementes certificadas são essenciais para uma produção de soja mais produtiva e sustentável, reduzindo riscos fitossanitários e melhorando a competitividade do produtor. Já o uso de sementes salvas, apesar do menor custo inicial, compromete a qualidade da lavoura, exigindo maior densidade de semeadura e uso de insumos, o que pode aumentar os custos e
reduzir a produtividade ao longo do tempo.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3592">
<title>Uso de Trichoderma asperellum no controle do mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum) na cultura da soja</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3592</link>
<description>Uso de Trichoderma asperellum no controle do mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum) na cultura da soja
Remussi, Jocie
A soja é uma cultura importante para o Brasil, entretanto, são diversas as doenças que acometem e dificultam a obtenção de elevados níveis de produtividade como a Sclerotinia sclerotiorum que é o agente causal da doença do mofo branco,
inviabilizando a área para o cultivo dessa leguminosa e de outras espécies durante um longo período. No Brasil, um dos principais agentes de controle biológico é o fungo Trichoderma spp., pela sua ampla adaptação às condições ambientais do país e pela grande variabilidade e especificidade de controle de doenças. Os fatores que favorecem o desenvolvimento desta doença são: temperaturas entre 18-25oC; molhamento foliar de 7 a 26 horas; rotação e sucessão de cultura com hospedeiros suscetíveis; elevado número de plantas, que aumenta a umidade e diminui o
arejamento sob o dossel; chuvas frequentes ou irrigações pesadas coincidindo com baixas temperaturas; presença de luz para germinação carpogênica; monocultura e semeaduras intensivas de plantas hospedeiras. Uma característica marcante do fungo S. sclerotiorum é a capacidade de, a cada ciclo da doença, formar grande quantidade de estruturas de resistência que permanecem viáveis por vários anos, chamadas de
escleródios. Neste sentido o objetivo do trabalho é avaliar o uso do ativo biológico à base de conídios de Trichoderma asperellum, sobre a incidência e severidade de Sclerotinia Sclerotiorum na cultura da soja. O experimento foi conduzido no período de dezembro de 2022 a março de 2023, na comunidade de Santa Bárbara, localizado no Município de São João da Urtiga – RS. O estudo ocorreu em campo a partir de um
experimento fatorial com delineamento inteiramente ao acaso (DIC) envolvendo 5 tratamentos onde: T1 – testemunha sem aplicação de Trichoderma asperellum; T2 - Aplicação do T. asperellum diretamente no solo antes do plantio; T3 - Aplicação do T. asperellum no solo e na inoculação da semente; T4 - Aplicação do T. asperellum na
semente e parte aérea das plantas no estágio V3; T5 - Aplicação do T. asperellum no solo, semente e parte aérea das plantas. Cada tratamento com 4 repetições. Em relação a quantidade de grão por planta constatou-se que os melhores resultados
foram encontrados nos tratamentos T2 onde foi aplicado T. asperellum diretamente no solo antes do plantio e T5 com aplicação do T. asperellum no solo, semente e parte aérea das plantas, não havendo diferença significativa entre estes tratamentos. No entanto, não houve diferença entre os tratamentos T1; T2; T3; T4 e T5 em relação ao
peso de mil sementes (PMS). Na avaliação da produtividade, evidencia-se que o tratamento T2 apresentou uma diferença de produtividade de 21 sc.ha-1 em relação ao tratamento T1 - testemunha sem aplicação de T. Asperellum, seguida pelo
tratamento T 5 e T4 com 6 sacas.ha-1 a mais e o T3 com 7 sacas.ha -1 a mais que a testemunha. A incidência de mofo branco na cultura da soja não apresentou valores de incidência, ficando abaixo do mínimo esperado, sendo inferior a 5%.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3591">
<title>Disponibilidade de fósforo na solução do solo após a aplicação de pó de rocha</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3591</link>
<description>Disponibilidade de fósforo na solução do solo após a aplicação de pó de rocha
Osvaldt, Henrique Augusto
como um Gleissolo e com histórico de cultivo de arroz irrigado, as análises de solo e análise da solução do solo foram realizadas no laboratório da Uergs em Sananduva e no Laboratório de Solo situado na cidade de São João da Urtiga. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados (DBC) com 5 repetições em cada tratamento posteriormente realizou-se a análise de variância e o teste de Tukey a 5%. Os resultados mostraram aumento de pH da solução do solo em todos os tratamentos bem como a redução do potencial redox nos tratamentos analisados. Não foi possível perceber em 3 das 5 semanas de coleta diferenças estatísticas entre pH e Eh para os tratamentos analisados. No entanto foi houve diferença estatística para fósforo quando comparados a testemunha (tratamento1) e com a adição de pó de rocha (tratamento 2). Conclui-se através do presente trabalho. Conclui-se que a aplicação de pó de rocha em solo alagado permitiu um aumento significativo de fósforo na solução do solo ocasionado pela adição do pó de rocha.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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