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<title>Unidade Universitária Bento Gonçalves</title>
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<title>Biossorção com o musgo Sphagnum perichaetiale em águas contaminadas com poluentes emergentes</title>
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<description>Biossorção com o musgo Sphagnum perichaetiale em águas contaminadas com poluentes emergentes
Delfino, Iasmim Bergo
A presença de poluentes emergentes como os fármacos em corpos hídricos exige cada vez mais
o desenvolvimento de tecnologias de tratamento de baixo custo e sustentáveis. Nesse sentido,
a biossorção utilizando material vegetal entra como uma alternativa promissora. Dessa forma,
esse trabalho teve como objetivo avaliar a capacidade de biossorção da biomassa do musgo
Sphagnum perichaetiale Hampe para os antibióticos moxifloxacino (MOX) e tetraciclina
(TCC), além de testar a recuperação da biomassa após processo de biossorção e seu potencial
reuso. Os estudos foram conduzidos analisando as influências da granulometria e idade da
biomassa, dos pHs das soluções e o biocompósito natural. Os resultados demonstraram que a
eficiência da biossorção do musgo é comprometida diante da matriz aquosa: alta remoção
(64,06 ± 5,24%) de MOX observada em água destilada e diminuição para 7,69% quando
utilizado água da torneira. Isso indica uma provável inviabilidade técnica dessa biomassa para
aplicações nas estações de tratamento de águas (ETA). Para a TTC, a maior taxa de remoção
foi de 37,5 ± 10,08%, em ensaios com biomassa na granulometria de 0,062-0,125 mm e em pH
10, para água da torneira. O biocompósito natural obteve o melhor desempenho, para a TTC a
remoção foi de 46,16 ± 1,59% e dobrou a remoção do MOX (15,05± 0,69%) em água da
torneira. Contudo, o objetivo da recuperação da biomassa para reuso não foi alcançado. Isso
porque, após a biomassa ter sido seca, tornou-se um pó extremamente fino e em quantidade
ínfima, não sendo possível realizar os testes de dessorção. Dessa forma, é possível concluir que
o biocompósito natural é promissor e que a complexidade da matriz aquosa e a recuperação da
biomassa são desafios cruciais para a aplicação dos processos de biossorção em escala real.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Influência do tipo de embalagem e das condições de armazenamento no tempo de consumo seguro do suco de uva tinto integral após a abertura</title>
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<description>Influência do tipo de embalagem e das condições de armazenamento no tempo de consumo seguro do suco de uva tinto integral após a abertura
Berlatto, Jéssica Tascheto
Este e-book contempla a pesquisa, as tecnologias e as reflexões desenvolvidas pela aluna Jéssica Tascheto Berlatto, do curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) – Unidade Universitária de Bento Gonçalves, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Christa Korzenowski. O estudo aqui apresentado nasceu do interesse em compreender, com profundidade, como diferentes tipos de embalagens e condições de armazenamento influenciam a qualidade e a segurança do suco de uva tinto integral após sua abertura — um tema diretamente conectado à realidade produtiva da região e à cadeia vitivinícola. A pesquisa foi realizada em uma vinícola de Bento Gonçalves/RS, ambiente no qual tradição, inovação e ciência convivem diariamente. Ao longo do trabalho, três tipos de embalagens e três temperaturas de armazenamento foram avaliados, buscando identificar quais combinações oferecem melhor estabilidade microbiológica e físico-química ao produto. Os resultados reforçam a importância da refrigeração e mostram que características estruturais das embalagens desempenham papel determinante na vida útil do suco. Mais do que apresentar dados, este e-book convida o leitor a conhecer o cuidado e o rigor presentes em cada etapa da investigação. Cada análise, cada observação e cada conclusão refletem o compromisso com a qualidade, a segurança alimentar e a busca por soluções inovadoras para o setor de bebidas. Que este trabalho possa inspirar novos estudos, apoiar decisões industriais e fortalecer o diálogo entre ciência, tecnologia e o universo da uva e do vinho — tão marcante na cultura de Bento Gonçalves e da Serra Gaúcha.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Controle de sílica em caldeira de cogeração</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3973</link>
<description>Controle de sílica em caldeira de cogeração
Reckziegel, Daniel Marcos
O controle da concentração de sílica na água de abastecimento de caldeiras de
cogeração é fundamental para garantir a eficiência e a integridade da turbina, assim
como evitar incrustações na caldeira e equipamentos de processo. Portanto é
fundamental o tratamento da água para essa finalidade, monitorar este parâmetro na
entrada de água, saída de vapor e retorno de condensado para evitar incrustações,
desgaste de componentes, danos a turbinas, diminuição da vida útil da caldeira e
demais equipamentos. Este trabalho apresenta o estudo de um sistema de vapor com
cogeração de energia em uma indústria de processamento de soja e produção de
biodiesel, em que os dados monitorados evidenciam variações na concentração de
sílica, influenciados por fatores como o estado dos sistemas de tratamento de água e
manutenção de equipamentos, além de falhas operacionais. O controle estatístico de
processos demostrou períodos de incapacidade do processo, associados a falhas no
sistema de osmose reversa, levando a um aumento nos níveis de sílica em todo
sistema de vapor, podendo causar incrustações graves na caldeira e principalmente
na turbina. Após estudo e diagnóstico do processo, identificaram-se as possíveis
causas, implantando ações corretivas no pré-tratamento de água da osmose reversa,
a limpeza semanal de membranas, início de operação do sistema eletrodeionização,
ajuste de pressões de entrada e saída, adoção de recirculação de água
desmineralizada e consequente redução de paradas do sistema de osmose, além da
redução de descargas para troca de água e controle mais rígido de pH em todos os
pontos da caldeira. Com os ajustes implantados obtiveram-se resultados satisfatórios
na redução de concentrações de sílica mantendo-os em limites seguros.
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<title>Avaliação do efeito antifúngico do óleo essencial de Aloysia gratissima contra os fungos fitopatogênicos Botrytis cinérea e Colletotrichum gloeosporioides</title>
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<description>Avaliação do efeito antifúngico do óleo essencial de Aloysia gratissima contra os fungos fitopatogênicos Botrytis cinérea e Colletotrichum gloeosporioides
Corsso, Gabriel Roberto
Doenças fúngicas representam um dos principais entraves à produção agrícola,
podendo ocasionar perdas totais das culturas, além de contribuírem para o
desenvolvimento de resistência dos patógenos aos fungicidas sintéticos. O uso
intensivo e recorrente desses produtos químicos tem gerado impactos ambientais
significativos, comprometendo a qualidade do solo, da água e da biodiversidade,
além de representar riscos à saúde humana e animal. Nesse contexto, a busca de
componentes naturais com propriedades antifúngicas torna-se uma alternativa
promissora aos fungicidas sintéticos com potencial para uso na agricultura
sustentável. Alguns óleos essenciais têm demonstrado atividade antifúngica em
diversas culturas. O óleo essencial (OE) de Aloysia gratissima (popularmente
conhecida como erva-de-nossa-senhora ou erva-da-graça) apresenta-se como uma
alternativa promissora para o manejo fitossanitário, devido ao seu potencial
antifúngico, origem natural e menor toxicidade ambiental. Este trabalho avaliou a
eficácia do OE de A gratíssima sobre o desenvolvimento in vitro de Botrytis cinerea e
Colletotrichum gloeosporioides, fungos de ampla importância econômica por sua
capacidade de causar danos severos a diversas culturas agrícolas. Diferentes
concentrações do óleo essencial foram testadas com o objetivo de determinar a
concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração fungicida mínima (CFM)
desse composto. Para B. cinerea, foi identificada uma CIM entre 0,063 % e 0,313 %,
e a CFM foi determinada em de 0,612%. Para C. gloeosporioides, não foi possível
determinar CIM e CFM, embora tenha sido observada redução parcial do
crescimento micelial nas maiores concentrações. Os resultados visam subsidiar o
desenvolvimento de biofungicidas inovadores à base de extratos vegetais,
promovendo práticas agrícolas mais sustentáveis e reduzindo a dependência de
fungicidas convencionais. Tais avanços são especialmente relevantes para a
agricultura familiar e para sistemas de produção que demandam insumos mais
seguros e ecologicamente viáveis.
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