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<title>Trabalhos de Conclusão (TCC) de Graduação: Monografia</title>
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<dc:date>2026-04-24T02:46:21Z</dc:date>
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<title>Biossorção com o musgo Sphagnum perichaetiale em águas contaminadas com poluentes emergentes</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3987</link>
<description>Biossorção com o musgo Sphagnum perichaetiale em águas contaminadas com poluentes emergentes
Delfino, Iasmim Bergo
A presença de poluentes emergentes como os fármacos em corpos hídricos exige cada vez mais
o desenvolvimento de tecnologias de tratamento de baixo custo e sustentáveis. Nesse sentido,
a biossorção utilizando material vegetal entra como uma alternativa promissora. Dessa forma,
esse trabalho teve como objetivo avaliar a capacidade de biossorção da biomassa do musgo
Sphagnum perichaetiale Hampe para os antibióticos moxifloxacino (MOX) e tetraciclina
(TCC), além de testar a recuperação da biomassa após processo de biossorção e seu potencial
reuso. Os estudos foram conduzidos analisando as influências da granulometria e idade da
biomassa, dos pHs das soluções e o biocompósito natural. Os resultados demonstraram que a
eficiência da biossorção do musgo é comprometida diante da matriz aquosa: alta remoção
(64,06 ± 5,24%) de MOX observada em água destilada e diminuição para 7,69% quando
utilizado água da torneira. Isso indica uma provável inviabilidade técnica dessa biomassa para
aplicações nas estações de tratamento de águas (ETA). Para a TTC, a maior taxa de remoção
foi de 37,5 ± 10,08%, em ensaios com biomassa na granulometria de 0,062-0,125 mm e em pH
10, para água da torneira. O biocompósito natural obteve o melhor desempenho, para a TTC a
remoção foi de 46,16 ± 1,59% e dobrou a remoção do MOX (15,05± 0,69%) em água da
torneira. Contudo, o objetivo da recuperação da biomassa para reuso não foi alcançado. Isso
porque, após a biomassa ter sido seca, tornou-se um pó extremamente fino e em quantidade
ínfima, não sendo possível realizar os testes de dessorção. Dessa forma, é possível concluir que
o biocompósito natural é promissor e que a complexidade da matriz aquosa e a recuperação da
biomassa são desafios cruciais para a aplicação dos processos de biossorção em escala real.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Controle de sílica em caldeira de cogeração</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3973</link>
<description>Controle de sílica em caldeira de cogeração
Reckziegel, Daniel Marcos
O controle da concentração de sílica na água de abastecimento de caldeiras de
cogeração é fundamental para garantir a eficiência e a integridade da turbina, assim
como evitar incrustações na caldeira e equipamentos de processo. Portanto é
fundamental o tratamento da água para essa finalidade, monitorar este parâmetro na
entrada de água, saída de vapor e retorno de condensado para evitar incrustações,
desgaste de componentes, danos a turbinas, diminuição da vida útil da caldeira e
demais equipamentos. Este trabalho apresenta o estudo de um sistema de vapor com
cogeração de energia em uma indústria de processamento de soja e produção de
biodiesel, em que os dados monitorados evidenciam variações na concentração de
sílica, influenciados por fatores como o estado dos sistemas de tratamento de água e
manutenção de equipamentos, além de falhas operacionais. O controle estatístico de
processos demostrou períodos de incapacidade do processo, associados a falhas no
sistema de osmose reversa, levando a um aumento nos níveis de sílica em todo
sistema de vapor, podendo causar incrustações graves na caldeira e principalmente
na turbina. Após estudo e diagnóstico do processo, identificaram-se as possíveis
causas, implantando ações corretivas no pré-tratamento de água da osmose reversa,
a limpeza semanal de membranas, início de operação do sistema eletrodeionização,
ajuste de pressões de entrada e saída, adoção de recirculação de água
desmineralizada e consequente redução de paradas do sistema de osmose, além da
redução de descargas para troca de água e controle mais rígido de pH em todos os
pontos da caldeira. Com os ajustes implantados obtiveram-se resultados satisfatórios
na redução de concentrações de sílica mantendo-os em limites seguros.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3791">
<title>Avaliação do efeito antifúngico do óleo essencial de Aloysia gratissima contra os fungos fitopatogênicos Botrytis cinérea e Colletotrichum gloeosporioides</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3791</link>
<description>Avaliação do efeito antifúngico do óleo essencial de Aloysia gratissima contra os fungos fitopatogênicos Botrytis cinérea e Colletotrichum gloeosporioides
Corsso, Gabriel Roberto
Doenças fúngicas representam um dos principais entraves à produção agrícola,
podendo ocasionar perdas totais das culturas, além de contribuírem para o
desenvolvimento de resistência dos patógenos aos fungicidas sintéticos. O uso
intensivo e recorrente desses produtos químicos tem gerado impactos ambientais
significativos, comprometendo a qualidade do solo, da água e da biodiversidade,
além de representar riscos à saúde humana e animal. Nesse contexto, a busca de
componentes naturais com propriedades antifúngicas torna-se uma alternativa
promissora aos fungicidas sintéticos com potencial para uso na agricultura
sustentável. Alguns óleos essenciais têm demonstrado atividade antifúngica em
diversas culturas. O óleo essencial (OE) de Aloysia gratissima (popularmente
conhecida como erva-de-nossa-senhora ou erva-da-graça) apresenta-se como uma
alternativa promissora para o manejo fitossanitário, devido ao seu potencial
antifúngico, origem natural e menor toxicidade ambiental. Este trabalho avaliou a
eficácia do OE de A gratíssima sobre o desenvolvimento in vitro de Botrytis cinerea e
Colletotrichum gloeosporioides, fungos de ampla importância econômica por sua
capacidade de causar danos severos a diversas culturas agrícolas. Diferentes
concentrações do óleo essencial foram testadas com o objetivo de determinar a
concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração fungicida mínima (CFM)
desse composto. Para B. cinerea, foi identificada uma CIM entre 0,063 % e 0,313 %,
e a CFM foi determinada em de 0,612%. Para C. gloeosporioides, não foi possível
determinar CIM e CFM, embora tenha sido observada redução parcial do
crescimento micelial nas maiores concentrações. Os resultados visam subsidiar o
desenvolvimento de biofungicidas inovadores à base de extratos vegetais,
promovendo práticas agrícolas mais sustentáveis e reduzindo a dependência de
fungicidas convencionais. Tais avanços são especialmente relevantes para a
agricultura familiar e para sistemas de produção que demandam insumos mais
seguros e ecologicamente viáveis.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3633">
<title>Bioprospecção de leveduras para o uso em controle biológico de fungos patogênicos: triagem e avaliação de antagonismo contra Botrytis cinerea e Glomerella cingulata</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3633</link>
<description>Bioprospecção de leveduras para o uso em controle biológico de fungos patogênicos: triagem e avaliação de antagonismo contra Botrytis cinerea e Glomerella cingulata
Marcilio, Luiza Hirooka
Os fungos fitopatogênicos são responsáveis por perdas significativas na agricultura, gerando
expressivos prejuízos econômicos. Embora os fungicidas químicos sejam amplamente
utilizados no manejo dessas doenças, a crescente preocupação com a segurança alimentar e
ambiental tem impulsionado a busca por alternativas mais sustentáveis. Nesse contexto, o
controle biológico utilizando leveduras tem se destacado como uma abordagem promissora.
Este estudo avaliou o potencial biocontrolador de 91 linhagens de leveduras, por meio da
caracterização enzimática (produção de quitinase, protease e celulase) e da capacidade de
produção de sideróforos. A atividade enzimática foi verificada pela formação de halos em
meios de cultura específicos, enquanto o antagonismo frente aos fitopatógenos Botrytis
cinerea e Glomerella cingulata, importantes em videiras, foi avaliado através de ensaios de
inibição do crescimento fúngico em placas de Petri. Dentre as linhagens testadas, vinte que
apresentaram atividade positiva para produção de sideróforos e/ou enzimas hidrolíticas foram
selecionadas para ensaios in vitro, focando no antagonismo mediado por metabólitos
secundários e compostos voláteis. A espécie Yarrowia lipolytica 56MFMF apresentou
inibição superior a 90% para ambas as linhagens de B. cinerea através da liberação de
compostos voláteis. Já Aureobasidium pullulans 41MCBS17 foi a mais eficaz na inibição de
G. cingulata, embora tenha apresentado controle para ambas linhagens testadas da
G.cingulata o controle foi maior em uma das linhagens.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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