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<title>Mestrado Profissional em Ambiente e Sustentabilidade</title>
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<title>Projeto de Implantação do LABiCAÍ: Laboratório de Inteligência Territorial para construção de resiliência às inundações no município de Montenegro, RS</title>
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<description>Projeto de Implantação do LABiCAÍ: Laboratório de Inteligência Territorial para construção de resiliência às inundações no município de Montenegro, RS
Generoso, Mateus Dalchiavon
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<title>Referencial metodológico para o desenvolvimento da inteligência territorial no município de Montenegro, RS</title>
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<description>Referencial metodológico para o desenvolvimento da inteligência territorial no município de Montenegro, RS
Generoso, Mateus Dalchiavon
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<title>Inteligência territorial como estratégia para a construção de resiliência às inundações no município de Montenegro, RS</title>
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<description>Inteligência territorial como estratégia para a construção de resiliência às inundações no município de Montenegro, RS
Generoso, Mateus Dalchiavon
As mudanças climáticas globais têm intensificado a ocorrência de eventos
hidrológicos extremos em diversas regiões do planeta, tornando as inundações um
dos desastres naturais mais recorrentes e impactantes do século XXI. No Rio Grande
do Sul, registros hidrológicos e dados fluviométricos indicam uma tendência de
aumento na frequência e intensidade das inundações a partir dos anos 2000,
fenômeno que dialoga com o aumento da temperatura média global e com as
projeções do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), as quais
apontam a ampliação dos eventos extremos na região para as próximas décadas. No
município de Montenegro, esse processo se manifesta de forma evidente, uma vez
que a cidade possui longa história de convivência com as inundações. Os eventos
extremos ocorridos entre 2023 e 2024, que representam a maior sequência de
desastres hidrológicos da história do município, expuseram de forma dramática a
população montenegrina, evidenciando a urgente necessidade de estratégias
voltadas à gestão de riscos e à construção de resiliência climática. Nesse contexto,
este estudo discute o papel da inteligência territorial como instrumento estratégico na
construção de uma cultura de prevenção e adaptação às mudanças climáticas.
Partindo da compreensão de que, embora exista uma ampla disponibilidade de
informações científicas e ferramentas de monitoramento e alerta de desastres, ainda
persistem lacunas significativas na difusão social desse conhecimento, tornando
essencial a ampliação da consciência coletiva voltada à gestão preventiva de
desastres. A pesquisa parte do pressuposto de que o período posterior às grandes
inundações representa uma rara janela de oportunidades para a implantação de ações
estruturantes de educação socioambiental para resiliência climática, antes que o
fenômeno da amnésia ambiental geracional — caracterizado pelo esquecimento
progressivo dos desastres ao longo do tempo — resulte na redução das prioridades
políticas e sociais atribuídas ao tema. Esta pesquisa, de natureza aplicada e caráter
diagnóstico-propositivo com validação exploratória, propõe o Laboratório de
Inteligência Territorial do Rio Caí (LABiCAÍ), uma tecnologia social fundamentada em
uma epistemologia territorial que articula resiliência socioambiental e educação
baseada no lugar, a qual possibilita que o território seja a base da produção do
conhecimento e da ação educativa voltada ao fortalecimento da resiliência às
inundações. O LABiCAÍ estrutura-se como um modelo educativo baseado no
conhecimento do lugar, atuando diretamente nas escolas e visando difundir
conhecimentos sobre dinâmica fluvial, bacia hidrográfica, vulnerabilidade territorial e
estratégias de prevenção aos desastres naturais para toda a sociedade. Ao promover
a compreensão do território e dos processos naturais vinculados às inundações por
meio da integração entre educação ambiental, gestão territorial e cultura de
prevenção, iniciativas como o LABiCAÍ têm potencial para o desenvolvimento de uma
inteligência social do lugar, uma inteligência territorial capaz de fortalecer a
capacidade adaptativa da população, estimular a participação social na gestão de
riscos e contribuir para a construção de uma nova identidade socioambiental e cultural
a Montenegro, direcionada pela resiliência climática e pela busca de soluções de
longo prazo para a convivência com a dinâmica fluvial do Rio Caí, contribuindo para a
construção de uma sociedade mais resiliente às mudanças climáticas.
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<item rdf:about="https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/4116">
<title>Jogo digital como estratégia para educação ambiental na Estação Ecológica Estadual Aratinga, São Francisco de Paula e Itati, Rio Grande do Sul, Brasil</title>
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<description>Jogo digital como estratégia para educação ambiental na Estação Ecológica Estadual Aratinga, São Francisco de Paula e Itati, Rio Grande do Sul, Brasil
Oliveira, Vanessa Pruch Castro
Esta dissertação se propõe a compreender de que forma um jogo digital, criado com base em elementos reais de um território protegido, pode contribuir para despertar a consciência ambiental de estudantes do ensino fundamental. O jogo, intitulado Jornada Aratinga, foi desenvolvido com inspiração na paisagem, biodiversidade e história da Estação Ecológica Estadual Aratinga, Rio Grande do Sul (RS), e convida os jogadores a embarcar em uma trilha interativa ao lado da personagem Laura, uma jovem pesquisadora. Dividido em cinco fases, o jogo percorre campos nativos, trilhas antigas e regiões de mata, reproduzindo diferentes fitofisionomias da Unidade de Conservação (UC) e promovendo o contato simbólico e afetivo com o ambiente natural. O público participante da pesquisa foi turmas de uma escola pública localizada no entorno da unidade de conservação. Por meio de uma abordagem qualitativa, foram coletados dados a partir de observações, registros, grupos focais e relatos dos estudantes antes e depois da vivência com o jogo. A análise indica indícios de uma complexificação na compreensão de conceitos ambientais, como a importância da biodiversidade local, a função ecológica da UC e a relação entre conservação e qualidade de vida. Mais do que conteúdos, o jogo sensibilizou os estudantes para atitudes de cuidado com a natureza, despertou o sentimento de pertencimento ao território e favoreceu a construção de valores éticos e socioambientais, como empatia, respeito à vida e responsabilidade coletiva, afastando um pouco do olhar antropocentrista e utilitarista que os jovens tinham sobre as Unidades de Conservação. Ao conferir aos estudantes o papel de protagonistas e agentes de preservação de seu próprio território, a proposta pedagógica estimula o sentido de pertencimento e a responsabilidade socioambiental, a Jornada Aratinga mostrou-se uma estratégia com potencial para atividades de educação ambiental. Através da linguagem lúdica e da interatividade dos jogos digitais, foi possível criar um espaço de escuta e aprendizado, onde o saber emerge do brincar, e o brincar se transforma em consciência. Assim, a pesquisa reafirma a importância das tecnologias digitais como aliada na formação de pessoas sensíveis, críticas e comprometidas com a conservação da natureza que as cerca.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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