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<title>Trabalhos de Conclusão (TCC) de Graduação: Monografia</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/308</link>
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<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 00:04:03 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-04T00:04:03Z</dc:date>
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<title>Processos colaborativos em dança: estratégias para a construção de um espetáculo</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3978</link>
<description>Processos colaborativos em dança: estratégias para a construção de um espetáculo
Weiss, Anna Clara da Silveira
Esta pesquisa teve como objetivo investigar as características de um processo
colaborativo na construção de um espetáculo de dança entre professores,
analisando como a coautoria e a horizontalidade podem transformar as práticas
pedagógicas e artísticas no contexto da educação em dança. A colaboração,
compreendida como um modo de criar e conviver, constitui-se aqui não apenas como
metodologia, mas como uma postura ética, estética e relacional, que valoriza o
diálogo, a escuta e o compartilhamento de saberes. A experiência empírica foi
desenvolvida a partir da criação do espetáculo Luzes, Câmera, Imaginação: uma
aventura pelo mundo Pixar, processo conduzido por um grupo de professoresartistas, em que a improvisação, o Triângulo da Composição (Lobo e Navas, 2008)
e o uso do diário de artista atuaram como principais ferramentas metodológicas. A
pesquisa adota a pesquisa-ação (Thiollent, 2011) e pesquisa de prática coreográfica
(Dantas, 2007) como metodologia, compreendendo o fazer artístico como campo de
produção de conhecimento e reflexão crítica, em que teoria e prática se entrelaçam
em um mesmo gesto investigativo. Os resultados evidenciam que o processo
colaborativo promoveu o desenvolvimento de uma escuta sensível entre os
participantes, consolidando relações de confiança e ampliando as possibilidades
criativas. As dinâmicas coletivas revelaram que a horizontalidade não implica
ausência de estrutura, mas uma reorganização das relações, em que as hierarquias
se tornam móveis e as decisões são tomadas de forma compartilhada. Além disso,
o estudo demonstrou que o trabalho colaborativo ultrapassa o âmbito artístico,
repercutindo na prática docente ao incentivar metodologias mais participativas,
empáticas e reflexivas. Conclui-se que os processos colaborativos em dança são
potentes ferramentas formativas, capazes de articular criação e ensino em um
mesmo campo de experimentação. Ao unir professores em um espaço de invenção
e partilha, a pesquisa reafirma o papel do professor-artista como sujeito criador,
pesquisador e mediador de experiências estéticas. Assim, este trabalho contribui
para o fortalecimento de práticas pedagógicas que valorizam a coautoria, a escuta e
a coletividade como fundamentos de um fazer artístico e educativo mais humano e
sensível.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3978</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>É transdisciplinar ou não é transdisciplinar?: processos de criação em dança na infância</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3971</link>
<description>É transdisciplinar ou não é transdisciplinar?: processos de criação em dança na infância
Neukamp, Natália Franciele Vargas
A presente pesquisa tem como tema a transdisciplinaridade e os processos de
criação em dança na infância. O objetivo é compreender como as crianças criam em
dança, estando permeadas por um processo transdisciplinar e sendo elas o centro
da criação. A pesquisa possui abordagem qualitativa e foi desenvolvida a partir da
prática como pesquisa, onde a experiência prática orientou o percurso investigativo.
Ao longo do processo, observou-se que a transdisciplinaridade se mostrou potente
na condução e exploração da criação artística, favorecendo a autonomia, a
expressividade e a segurança das crianças ao dançar e criar. Sendo assim, quando
o fazer artístico é guiado por uma perspectiva transdisciplinar, o ambiente de criação
torna-se mais aberto, sensível e integrador, potencializando a experiência artística e
o aprendizado coletivo. A pesquisa evidenciou que as crianças criam em dança de
forma mais significativa quando atravessadas por experiências transdisciplinares,
que integram saberes diversos e dialogam com seus interesses e repertórios.
Constatou-se, ainda, que a escuta sensível e a postura mediadora da
professora-artista potencializam a construção coletiva do conhecimento, confirmando
que os processos desenvolvidos foram, de fato, transdisciplinares, conduzindo a
uma aprendizagem criativa, integrada e alinhada à infância.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3971</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Danças urbanas na escola: um processo de criação com o Hip Hop</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3970</link>
<description>Danças urbanas na escola: um processo de criação com o Hip Hop
Oliveira, Catharina da Silva Chagas de
A presente pesquisa investiga como a dança Hip Hop, enquanto vertente das Danças
Urbanas, pode ser desenvolvida no contexto escolar por meio de um processo de
criação em dança, tendo como resultado uma produção de uma videodança em um
projeto com crianças do 5º ano, em uma escola de Ensino Fundamental da rede
privada, localizada no município de Montenegro, no estado do Rio Grande do Sul. A
partir da minha atuação como professora-artista nesse projeto, busco refletir questões
que atravessam a inserção do Hip Hop na escola: o Hip Hop ainda é Hip Hop quando
entra na escola, o que se transforma nesse processo? De que forma as referências
do Hip Hop impulsionam o protagonismo das alunas no processo de criação? Como
a criação dentro do Hip Hop estimula o vínculo entre alunas e professora? A pesquisa
fundamenta-se na pesquisa em dança como prática artística e na pesquisa-ação, em
que a criação e reflexão se entrelaçam. O processo metodológico envolveu propostas
de improvisação, composição coletiva, uso de frames e cards como disparadores
criativos, além da experimentação com o audiovisual resultando na produção de uma
videodança. Os resultados indicam que a inserção do Hip Hop no contexto escolar
não descaracteriza essa manifestação cultural, mas se modifica, ampliando suas
possibilidades expressivas e pedagógicas. Observou-se o fortalecimento do
protagonismo das alunas no processo criativo, bem como a construção de vínculos
afetivos e pedagógicos entre professora e alunas. Conclui-se que o Hip Hop, ao
adentrar o espaço escolar por meio da criação artística, potencializa a dança como
espaço de pertencimento, autoria, aprendizagem e transformação.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3970</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A dança e o jogo: uma possibilidade para aulas de dança</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3969</link>
<description>A dança e o jogo: uma possibilidade para aulas de dança
Martins, Kathleen Rossoni
O presente trabalho consiste em uma pesquisa em dança que investiga a
possibilidade de desenvolver dança a partir de jogos. O jogo é compreendido como
elemento essencial no processo de criação, favorecendo o diálogo, a troca de ideias,
a imaginação, a presença cênica e a conexão entre os participantes, tornando o
aprendizado mais dinâmico. Considerando a necessidade de propor atividades
desafiadoras no ensino de dança, a pesquisa busca explorar como os jogos podem
motivar, estimular o senso de compromisso e promover a participação ativa dos
estudantes. O referencial teórico dialoga com autores como Augusto Boal (1982),
Brad Haseman (2015), Isabel Marques (2012), Johan Huizinga (1999), Robin Nelson
(2013), Roger Caillois (2017), Richard Schechner (2011) e Rudolf Von Laban e
Irmgard Bartenieff (Fernandes, 2002), entre outros. A metodologia se caracteriza
como Prática como Pesquisa, tomando como campo de investigação meu estágio
realizado no ensino médio, diante dele pensei: porque não explorar as categorias de
jogos para criar um modo de estudar e dançar a história? A exploração das
categorias de jogos resultou na criação da apresentação final do meu trabalho: uma
instalação com espaços imersivos e coreográficos onde o público pode explorar
cada etapa. A pesquisa demonstra que gesto e jogo, intrínsecos à formação
humana, constituem potentes ferramentas de comunicação e criação na dança.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3969</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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