<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Dissertações</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/642</link>
<description/>
<pubDate>Fri, 15 May 2026 05:03:39 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-15T05:03:39Z</dc:date>
<item>
<title>A reserva da biosfera da Mata Atlântica à luz dos seus objetivos: macrotemas em pauta no CERBMA-RS</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1357</link>
<description>A reserva da biosfera da Mata Atlântica à luz dos seus objetivos: macrotemas em pauta no CERBMA-RS
Rech, Izadora Flores
As Reservas da Biosfera, consideradas como “locais de aprendizagem para o desenvolvimento sustentável”, são o principal instrumento vinculado ao Programa “O Homem e a Biosfera” da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Os colegiados que gerem as Reservas da Biosfera, ao serem constituídos por representantes de organizações da sociedade civil, de comunidades moradoras, de entidades científicas e de instituições governamentais possibilitam a gestão participativa e democrática ao buscarem a garantia da preservação da diversidade biológica, do desenvolvimento sustentável e do incentivo à geração e à divulgação de conhecimentos. No Rio Grande do Sul, a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica foi instituída em 1994 e em 1996 foi criado o colegiado responsável pela sua gestão, o Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. O objetivo geral desta pesquisa foi analisar os macrotemas discutidos no âmbito do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica no Rio Grande do Sul. Para tal, foi realizada uma pesquisa documental em 219 atas de reuniões do colegiado entre os anos de 1997 e 2019 e realizada a técnica de observação não intervencionista em reuniões. Através de análise de conteúdo, os dados coletados na pesquisa documental foram codificados e categorizados, respectivamente, em dez macrotemas e três objetivos gerais das Reservas da Biosfera. Com base nos resultados, percebe-se que o Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica possibilita um espaço para discussão e articulações de políticas socioambientais e para implantação de políticas e instrumentos que vão ao encontro dos objetivos das Reservas da Biosfera. Para divulgação dos princípios da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e da atuação do Comitê Estadual, sugere-se o desenvolvimento de uma página na internet e de informativos gráficos com linguagem acessível à população.
</description>
<pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1357</guid>
<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Transposição do Rio São Francisco: análise das ações do Programa Básico Ambiental (PBA 17) e os conflitos ambientais na comunidade quilombola de Santana, Pernambuco</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1356</link>
<description>Transposição do Rio São Francisco: análise das ações do Programa Básico Ambiental (PBA 17) e os conflitos ambientais na comunidade quilombola de Santana, Pernambuco
Ferreira, Charles Evandre Vieira
Nas últimas décadas, o Brasil vem registrando diversos conflitos ambientais em decorrência da implantação de projetos de desenvolvimento como hidrelétricas, mineração, rodovias, ferrovias, usinas nucleares, entre outros. No Nordeste brasileiro, o projeto que mais atraiu olhares foi o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), sob responsabilidade do Governo Federal. O PISF compreende um total de 477 quilômetros de extensão, divididos em dois eixos (leste e norte) que passam pelos estados de Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. A promessa feita pelo Governo Federal é de que o projeto beneficie 12 milhões de pessoas em 390 municípios, por meio de sistemas de distribuição de água. Ao mesmo tempo em que o PISF tende a amparar diversas comunidades em razão da distribuição de água, também vem gerando diversos outros efeitos. Como forma de minimizar aqueles que são negativos, lançou-se o Programa de Desenvolvimento das Comunidades Quilombolas (PBA 17), cujo objetivo é promover o desenvolvimento das comunidades através de recursos para regularização fundiária, saneamento básico, educação, saúde etc. Diante desse cenário, este estudo analisa e busca compreender o Programa de Desenvolvimento das Comunidades Quilombolas e os conflitos ambientais em torno de sua efetivação na Comunidade Quilombola Santana, localizada no município de Salgueiro, no sertão pernambucano. A pesquisa apresenta abordagem qualitativa, com realização de entrevistas semiestruturadas, observações, diário de campo, análise documental, registros fotográficos e está estruturada pelas seguintes etapas: 1) Fase de aproximação do objeto; 2) Pesquisa de campo; 3) Sistematização e análise dos dados; 4) Redação final da dissertação e produto. Em linhas gerais, os principais resultados apontam que a maioria das ações propostas no PBA 17 não foram realmente implementadas na comunidade. Constatou-se, por meio da pesquisa, que não haviam sido implementadas as etapas propostas no PBA 17, como a rede de distribuição e abastecimento de água, as cisternas, os poços, as fossas sépticas, a melhoria das estradas de acesso da comunidade, a instalação de banheiros, escola, posto de saúde, além da não titulação definitiva do território quilombola. A partir dessa análise, evidencia-se que os principais conflitos emergentes na Comunidade Quilombola Santana se dão devido à inefetividade da distribuição d’água do Velho Chico, assim como da ineficácia das políticas e propostas do PBA 17.
</description>
<pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1356</guid>
<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>A escola como lugar de memória, identidade e múltiplas narrativas sobre a paisagem da Linha Temerária, Nova Petrópolis/RS</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1355</link>
<description>A escola como lugar de memória, identidade e múltiplas narrativas sobre a paisagem da Linha Temerária, Nova Petrópolis/RS
Peters, Silvio Silmar
A paisagem da Linha Temerária foi fortemente marcada pela colonização germânica a partir de 1860, quando ocorreu o assentamento dos primeiros grupos sociais europeus na localidade. Como forma de estabelecer relações e conexões de conhecimentos e aprendizados entre a paisagem como Marca-Matriz e os estudantes da comunidade rural, este estudo tem como objetivo principal evidenciar práticas a partir das experiências deles com o espaço no qual interagem cotidianamente. Mas, sobretudo, servir de referencial metodológico para o professor-pesquisador restabelecer suas práticas pedagógicas com o estudo do lugar pela leitura da paisagem. Tal proposta desvincula-se da ideia tradicional da escola apenas como o local onde os estudantes são tratados como protagonistas na construção do conhecimento do currículo escolar. O estudo promovido na localidade da Linha Temerária ocorreu no período de 2018 a 2019. Para tal, inicialmente, foi estabelecido um caminho metodológico, que iniciou com um levantamento bibliográfico, observações com registros fotográficos e reflexões durante uma jornada na Linha Temerária pelo professor-pesquisador. Após, continuou-se o projeto com os estudantes em ambiente escolar, em datas pré-estabelecidas com a direção escolar, entre meses de agosto a novembro de 2019. O projeto tinha como objetivo repensar uma forma de prática pedagógica, que tornasse relevante a perspectiva do lugar a partir da percepção do estudante e do professor-pesquisador. Ao interagir e socializar saberes e experiências foi possível constatar a percepção, a compreensão, a valorização e a motivação que eles possuem da sua localidade. Dessa forma, entende-se que a Escola se apresenta como epicentro para debates sobre a formação da identidade cultural, memórias e múltiplas narrativas sobre o espaço formatado pelos grupos sociais de um determinado lugar. Analisando as possibilidades de práticas educativas híbridas que o lugar e a paisagem local oferecem, professor e estudantes passam a serem construtores de sentidos sobre a realidade em que estão expostos, favorecendo os processos de ensino e aprendizagem, cujas ações estão voltadas para educação patrimonial e socioambiental. Por meio desta didática de ensino, que não se limita apenas a escola, desenvolvem cidadãos com senso crítico sobre a sua realidade, sua percepção e posição no lugar em que interage.
</description>
<pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1355</guid>
<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Queijo colonial artesanal no Vale do Taquari: numa perspectiva social, sanitária e microbiológica</title>
<link>https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1354</link>
<description>Queijo colonial artesanal no Vale do Taquari: numa perspectiva social, sanitária e microbiológica
Benincá, Thaís
O Queijo colonial artesanal é facilmente encontrado no Vale do Taquari, região central do
estado do Rio Grande do Sul. Sua produção está associada à história da colonização através
dos imigrantes italianos e alemães que trouxeram consigo a arte e o saber-fazer desse produto.
A produção de queijos artesanais, principalmente aqueles feitos com leite cru, ainda se
mantem como uma problemática em todo o mundo. A França é um país reconhecido
mundialmente pela produção de queijos com leite cru, sendo a análise e compreensão do
funcionamento da produção e do mercado desses produtos tradicionais como uma ferramenta
importante para a reprodução do saber-fazer em outras culturas. Diante disso, o objetivo geral
do presente trabalho é avaliar a relação do saber-fazer das produtoras de queijo colonial
artesanal em pequenas propriedades na região do Vale do Taquari com a qualidade desse
produto além de, descrever as características da produção em termos sociais, microbiológicos
e sanitário. Para descrever e elaborar o fluxograma das etapas de produção do queijo colonial
artesanal foram realizadas entrevistas com nove produtoras no Vale do Taquari. Realizou-se
também entrevistas com dois produtores de queijo e duas técnicas veterinárias no
Departamento de Sarthe em Le Mans na França para avaliar suas percepções de acordo com
os aspectos sociais e sanitários em relação à produção e comercialização de queijo de leite
cru. Análises de contagem bacteriana total, coliformes, Staphylococcus aureus, umidade,
acidez, pH e atividade de água foram realizados em amostras de seis queijos coloniais
artesanais do Vale do Taquari. Aplicou-se também um checklist para verificação do uso das
Boas Práticas de Fabricação nas propriedades brasileiras estudadas. Os resultados mostraram
que a produção do queijo colonial artesanal no Vale do Taquari faz parte da cultura e do
saber-fazer das produtoras, sendo uma atividade informal praticada por elas. Já a produção de
queijos artesanais na França parece se dar por oportunidade de mercado e a informalidade não
parece ser prática recorrente. Os resultados das análises microbiológicas indicam que os
queijos coloniais artesanais comercializados apresentam contagens inseguras de S. aureus e
50% das amostras apresentam população acima do estabelecido em legislação para coliformes
fecais. Os padrões físico-químicos mostraram os queijos com alta umidade e atividade de
água, e levemente ácidos, levando a condições de proliferação de micro-organismos. A
avaliação matemática dos dados ressalta que os cuidados com a qualidade da água utilizada
no processamento dos queijos e bons hábitos higiênicos dos manipuladores como sendo os
principais pontos de cuidado para produzir um produto seguro para o consumidor. Assim, os
queijos coloniais artesanais nas propriedades do Vale do Taquari são caracteristicamente
feitos com leite cru e se mostram como um produto tradicional e que fazem parte de uma
cultura na região, sendo necessários mais estudos e ações que auxiliem no avanço da melhora
da qualidade dos produtos e também para caracterizá-los oficialmente como um produto
tradicional no Rio Grande do Sul.
</description>
<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/1354</guid>
<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
