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O cultivo do tabaco (Nicotiana tabacum) desempenha um papel significativo na região Sul do Brasil, com grande importância socioeconômica. Muitos microrganismos podem melhorar o desenvolvimento e aumentar a produtividade de culturas comercialmente importantes, com destaque para as bactérias promotoras de crescimento de plantas que promovem o crescimento vegetal por meio de mecanismos diretos e indiretos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia de promotores de crescimento à base de Bacillus subtilis, Bacillus megaterium e Bacillus aryabhattai no desenvolvimento de mudas de tabaco. O estudo foi composto por dez tratamentos, em delineamento blocos ao acaso com quatro repetições, caracterizados da seguinte forma: O tratamento 1 (1T) atuou como testemunha, sem a utilização de agrotóxicos, recebendo apenas adubo sintético na mesma forma e dose dos demais tratamentos. O tratamento 2 (2C) representou o manejo convencional, seguindo as diretrizes técnicas padrão da indústria do tabaco, com adubo sintético e aplicação de agrotóxicos. Nos Tratamentos 3 (3B), 4 (4M), 5 (5A) foram introduzidas apenas as bactérias específicas de cada tratamento, respectivamente, B. aryabhattai, B. megaterium e B. subtilis, enquanto o tratamento e 6 (6CQ), recebeu um a mistura das três bactérias. Estes quatro tratamentos (3B, 4M, 5A e 6CQ) receberam além das bactérias apenas adubo sintético sem nenhum agrotóxico. Nos tratamentos 7 (7BC), 8 (8MC), 9 (9AC) foram introduzidas as bactérias específicas de cada tratamento, respectivamente, B. aryabhattai, B. megaterium e B. subtilis, enquanto o tratamento 10 (10CQC), recebeu um a mistura das três bactérias. Entretanto, além das bactérias e adubo sintético, foram aplicados os mesmos agrotóxicos utilizados no sistema convencional de produção. A aplicação do inoculante foi realizada com 5 ml por bandeja. Como resultado deste estudo pode-se concluir que as bactérias promovem ou contribuem para o crescimento das mudas de tabaco, abrangendo altura da planta, comprimento radicular, massa seca e verde tanto da parte aérea como radicular. Os tratamentos 3B, 4M, 5A e 6CQ que receberam além das bactérias apenas adubo sintético sem nenhum agrotóxico não diferiram dos tratamentos com manejo convencional (2C, 7BC, 8MC, 9AC e 10CQC) o que sugere sua contribuição para uma agricultura mais sustentável. |
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