REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL UERGS

Biossorção com o musgo Sphagnum perichaetiale em águas contaminadas com poluentes emergentes

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dc.contributor.advisor Maffessoni, Daiana
dc.contributor.author Delfino, Iasmim Bergo
dc.date.accessioned 2026-01-07T12:04:54Z
dc.date.available 2026-01-07T12:04:54Z
dc.date.issued 2025
dc.date.submitted 2025
dc.identifier.uri https://repositorio.uergs.edu.br/xmlui/handle/123456789/3987
dc.description.abstract A presença de poluentes emergentes como os fármacos em corpos hídricos exige cada vez mais o desenvolvimento de tecnologias de tratamento de baixo custo e sustentáveis. Nesse sentido, a biossorção utilizando material vegetal entra como uma alternativa promissora. Dessa forma, esse trabalho teve como objetivo avaliar a capacidade de biossorção da biomassa do musgo Sphagnum perichaetiale Hampe para os antibióticos moxifloxacino (MOX) e tetraciclina (TCC), além de testar a recuperação da biomassa após processo de biossorção e seu potencial reuso. Os estudos foram conduzidos analisando as influências da granulometria e idade da biomassa, dos pHs das soluções e o biocompósito natural. Os resultados demonstraram que a eficiência da biossorção do musgo é comprometida diante da matriz aquosa: alta remoção (64,06 ± 5,24%) de MOX observada em água destilada e diminuição para 7,69% quando utilizado água da torneira. Isso indica uma provável inviabilidade técnica dessa biomassa para aplicações nas estações de tratamento de águas (ETA). Para a TTC, a maior taxa de remoção foi de 37,5 ± 10,08%, em ensaios com biomassa na granulometria de 0,062-0,125 mm e em pH 10, para água da torneira. O biocompósito natural obteve o melhor desempenho, para a TTC a remoção foi de 46,16 ± 1,59% e dobrou a remoção do MOX (15,05± 0,69%) em água da torneira. Contudo, o objetivo da recuperação da biomassa para reuso não foi alcançado. Isso porque, após a biomassa ter sido seca, tornou-se um pó extremamente fino e em quantidade ínfima, não sendo possível realizar os testes de dessorção. Dessa forma, é possível concluir que o biocompósito natural é promissor e que a complexidade da matriz aquosa e a recuperação da biomassa são desafios cruciais para a aplicação dos processos de biossorção em escala real.
dc.language.iso 260106s2025####bl#a###fr#####000#0#por#d
dc.subject Moxifloxacino
dc.subject Tetraciclina
dc.subject Musgos
dc.subject Produção intelectual - Uergs
dc.title Biossorção com o musgo Sphagnum perichaetiale em águas contaminadas com poluentes emergentes
dc.type Livros
local.description.areasdoconhecimento M579


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