O presente estudo teve como foco analisar as diferentes formas de aplicação de nitrogênio na cultura do milho (Zea mays L.), visando compreender os efeitos desse manejo sobre o desenvolvimento vegetativo e a produtividade da planta. O nitrogênio é reconhecido como um dos principais macronutrientes responsáveis pela formação de compostos proteicos, pela síntese de clorofila e pelo crescimento das estruturas vegetativas, sendo essencial para o desempenho agronômico do milho. O objetivo geral foi avaliar as estratégias de aplicação do nutriente, incluindo diferentes fontes, formas e épocas de fornecimento, com o intuito de identificar os métodos mais eficientes e sustentáveis. Para alcançar esses objetivos, realizou-se uma revisão bibliográfica abrangendo livros, artigos, dissertações e relatórios técnicos. Também foi conduzida uma prática experimental com 16 parcelas sob diferentes manejos de adubação, nas quais foram registradas as precipitações e os pesos das espigas colhidas. Os resultados mostraram que o parcelamento da adubação e o uso combinado de fontes minerais e biológicas aumentaram a eficiência do aproveitamento do nutriente, refletindo em maior produtividade. Constatou-se que o excesso de nitrogênio não resultou em incrementos proporcionais de rendimento, podendo provocar desequilíbrios fisiológicos e perdas por volatilização. Assim, concluiu-se que o manejo racional e tecnicamente embasado do nitrogênio é fundamental para otimizar a produtividade e garantir sustentabilidade ao sistema agrícola.